A Escola de Artes da Universidade de Évora concluiu, no passado mês de maio, a microcredencial “Prescrição Cultural: práticas colaborativas entre Cultura, Saúde e Tecnologia”, uma iniciativa desenvolvida em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC) e a Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC).
A formação contou com a participação de 37 alunos e teve uma duração total de 25 horas, abordando temas relacionados com os fundamentos científicos das Artes e da Saúde, a Prescrição Cultural, os modelos de implementação e experiências nacionais e internacionais nesta área.
Formação abordou saúde criativa e saúde mental
Ao longo do curso foram também exploradas matérias ligadas ao trabalho na área da saúde criativa e da saúde mental, incluindo a experiência e o cuidado estéticos, a regulação emocional, a adaptação das práticas criativas aos contextos de saúde mental e a importância da colaboração entre diferentes setores.
Entre os conteúdos abordados estiveram ainda questões relacionadas com a qualidade e a sustentabilidade dos projetos desenvolvidos no âmbito da Prescrição Cultural.
Participantes destacam relevância da partilha de experiências
De acordo com a organização, os participantes avaliaram os conteúdos da microcredencial como relevantes para a sua atividade profissional, considerando a formação uma oportunidade para adquirir novos conhecimentos e estratégias na área da saúde criativa e da prescrição cultural.
Os alunos destacaram igualmente a partilha de experiências entre profissionais de diferentes áreas de atuação, apontando esse contacto como um fator importante para uma compreensão mais abrangente dos desafios e das potencialidades das práticas colaborativas que envolvem cultura, saúde e tecnologia.
Cultura reconhecida como promotora de bem-estar
A iniciativa constituiu também um espaço de reflexão e capacitação, contribuindo para reforçar o reconhecimento da cultura enquanto recurso promotor de bem-estar, inclusão e qualidade de vida.
Após a conclusão desta edição, fica em aberto a possibilidade de realização de uma segunda edição da microcredencial, dando continuidade ao trabalho desenvolvido na articulação entre os setores da Cultura, da Saúde e da Tecnologia.

















