A Infraestruturas de Portugal lançou um concurso público para a conservação corretiva do pavimento no troço da EN253 entre o quilómetro 34+050 e o quilómetro 41+570, no concelho de Alcácer do Sal, distrito de Setúbal.
A intervenção corresponde ao Lote 2 da empreitada “Conservação Corretiva do Pavimento 2026 – Grande Lisboa – Setúbal”, que está dividida em quatro lotes. O preço base deste lote é de 950 mil euros, sem IVA, e o prazo de execução previsto é de 90 dias.
Intervenção abrange Santa Susana
De acordo com os documentos consultados pelo Jornal ODigital.pt, a obra incide sobre parte da EN253, incluindo o troço da secção E706 entre o km 34+050 e o km 39+970 e o troço da secção E707 entre o km 39+970 e o km 41+570.
Na localidade de Santa Susana, entre o km 39+890 e o km 40+560, está prevista uma reparação contínua através de fresagem com 0,05 metros, com reposição do pavimento. Nas zonas mais degradadas, o projeto prevê reparações pontuais através de fresagem com 0,12 metros, também com reposição.
Fora da zona urbana, a intervenção prevê reparação em contínuo com tratamento prévio de microfresagem e tratamentos pontuais mais profundos nas zonas mais degradadas, com aplicação de uma camada de desgaste com espessura média de 0,045 metros.
Trabalhos incluem bermas, valetas e marcação rodoviária
O projeto prevê saneamentos pontuais, fresagens, regularização e reperfilamento do pavimento, bem como regularização e alteamento de bermas.
Segundo os documentos, está igualmente prevista a regularização de bermas e valetas, de forma a encaminhar a água para fora da estrada.
A empreitada inclui ainda a reposição da marcação rodoviária existente, na sequência das intervenções no pavimento.
Materiais reciclados nas misturas betuminosas
Os documentos estabelecem a incorporação de material reciclado nas camadas betuminosas a aplicar na empreitada.
No caso da mistura AC14 surf 35/50, está prevista a incorporação de 5% de material reciclado. Para a mistura AC20 bin, a incorporação prevista é de 10%.
O documento refere ainda que pode ser utilizado material fresado em camadas de sub-base, caso a Fiscalização o permita. Essa utilização fica limitada a um máximo de 10% da quantidade prevista em projeto para a realização de saneamentos.



















