Alentejo foi a única região do país onde a avaliação bancária na habitação baixou

De acordo com os dados avançado esta semana pelo Instituto Nacional de Estatística, o valor médio de avaliação bancária foi 1 299 euros em Setembro, mais 11 euros que o observado no mês precedente. Este valor representa um aumento de 0,9% relativamente a Agosto e de 7,8% face ao mesmo mês do ano anterior.

De acordo com os dados apresentados, o valor médio de avaliação dos apartamentos subiu 14 euros quando comparado com Agosto, para 1 385 euros/m2. Nas moradias, o valor médio de avaliação subiu 3 euros, para 1 164 euros/m2. A nível regional, a maior subida para o conjunto da habitação registou-se na Área Metropolitana de Lisboa (1,3%). A única descida foi observada no Alentejo (-0,1%).

Já comparando com período homologo, o valor médio das avaliações cresceu 7,8%, tendo o valor de apartamentos e de moradias aumentado 9,6% e 4,8%, respectivamente. A taxa de variação homóloga mais elevada para o conjunto das avaliações verificou-se na Área Metropolitana de Lisboa (8,7%). Já a menor foi registada na região do Alentejo (4,2%).

No que diz respeito aos apartamentos, segundo o INE, no mês de Setembro o valor médio de avaliação bancária de apartamentos foi 1 385 euros/m2 . O valor mais elevado foi observado na região do Algarve (1 704 euros/m2 ) e o mais baixo no Alentejo (1 068 euros/m2 ). Comparativamente com Agosto, o valor para apartamentos subiu 1,0%, tendo a Área Metropolitana de Lisboa apresentado a maior subida (1,5%) e a Região Autónoma da Madeira a maior descida (-1,0%). Em termos homólogos, a Região Autónoma dos Açores apresentou o crescimento mais expressivo (19,0%) e o Alentejo o mais baixo (3,8%).

Já nas moradias a avaliação bancária subiu 3 euros, para 1 164 euros/m2. Os valores mais elevados observaram-se no Algarve (1 674 euros/m2) e na Área Metropolitana de Lisboa (1 610 euros/m2), tendo o Centro registado o valor mais baixo (999 euros/m2). Comparativamente com Agosto, a Região Autónoma da Madeira apresentou o maior aumento (2,1%), enquanto o Alentejo registou a única descida (-0,4%).