Apresentada 37ª Volta ao Alentejo em Bicicleta. Conheça todos os pormenores (c/vídeo)

Foi esta terça-feira apresentada, em Montemor-o-Novo, a 37ª Volta ao Alentejo em Bicicleta, uma prova em que estão envolvidos 70% dos municípios alentejanos.

A prova que decorrerá entre 20 e 24 de Março promete um itinerário que o Alto e o Baixo Alentejo com o Litoral Alentejano e o Alentejo Central, regressando a Ponte de Sor após 26 anos de ausência.

Este ano, a CIMAC – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, que delega a organização técnica na Podium Events, desafia o pelotão a partir de Montemor-o-Novo para percorrer pouco mais de 800 quilómetros de imponentes planícies, pejadas de oliveiras e sobreiros, interrompidas a espaços pelos suaves e ondulantes montes alentejanos, até culminar na cidade museu de Évora – onde será coroado pela 23ª vez o vencedor da “Alentejana”.

O contrarrelógio, que incrementou no ano passado o formato da “Alentejana”, veio para ficar. “Apesar de desfrutarmos de cerca de 30 mil quilómetros quadrados numa das mais belas regiões do país, o Alentejo, manifestamente plano – salvo no norte alentejano onde só estaremos um dia – acaba por necessitar, para incutir mais competitividade à prova, de um contrarrelógio individual” é a convicção do Diretor de Prova, Joaquim Gomes.

– 1ª Etapa – A edição de 2019 da “Alentejana” inaugura-se em Montemor-o-Novo. A etapa mais longa desta edição cruza o Alentejo Central a caminho de Moura, nesta edição a porta de entrada do Baixo Alentejo, onde vão terminar os 208,1 km da etapa. Com três metas volantes – Viana do Alentejo, Vidigueira e Reguengos de Monsaraz – e uma montanha de 4ª categoria no concelho de Portel, a conclusão da etapa acontece perto das 15h55.

– 2ª Etapa – Da vila raiana de Mértola partirá o segundo dia de competição que conduz o pelotão à Costa Alentejana, sem vislumbrar qualquer montanha. Os 182,2 km serão “animados” por três Metas Volantes – Castro Verde, Aljustrel e Porto Covo – até alcançar Odemira, perto das 16 horas.

– 3ª Etapa – A terceira etapa despede-se do Litoral Alentejano a partir de Santiago do Cacém, de onde os corredores saem com destino a Mora. As Metas Volantes estão em Grândola, Vendas Novas e Arraiolos, e há duas contagens para o Prémio de Montanha, a primeira em Alcácer do Sal e a seguinte em Montemor-o-Novo, ambas de 4ª categoria.

O terceiro dia de competição cumpre-se após 176,5 km com chegada prevista à linha de meta pelo melhor horário às 15h48.

– 4ª Etapa  – O fim-de-semana começa em Ponte de Sor, que regressa ao convívio da “Alentejana” após 26 anos de ausência. O quarto dia de prova começa com uma etapa relativamente pequena mas com a exigência de duas montanhas, uma de 4ª categoria no Crato e a 5,4 km da meta uma contagem de 2ª categoria no Cabeço do Mouro. Antes da chegada a Portalegre, perto das 12h20, os corredores ainda têm a Meta Volante de Alter do Chão.

– 5ª Etapa – Contrarelógio – A jornada dupla de sábado tem no período da tarde o contrarrelógio de Castelo de Vide. A pitoresca vila, colocada no alto de um monte com muralhas medievais, proporciona uma muito decisiva luta contra o cronómetro de 8,4 km. À semelhança de 2018, arranca da variante à N246-1 para ascender à Ermida da Sr.ª da Penha, vencida a Serra de S. Paulo, para terminar junto ao Parque João José da Luz no centro urbano.

– 6ª Etapa – As derradeiras emoções da 37ª Volta ao Alentejo vivem-se a partir de Portalegre, de onde o pelotão parte para os 152 km finais, com Metas Volantes em Monforte, Borba e Redondo. A chegada e a entrega das camisolas, definitivos símbolos de líder, e do último Chapéu Alentejano acontece pelo quarto ano consecutivo na Praça do Giraldo, em Évora.

Veja e ouça o que disse Joaquim Gomes sobre esta prova:

Fonte: Podium