Ass. dos Profissionais da Guarda afirma que ACP está “a dever dinheiro aos Profissionais da GNR” que estiveram no 24 Horas TT Vila de Fronteira, em 2019

A Associação dos Profissionais da Guarda veio a público, esta quarta-feira, denunciar o facto de “mais uma vez o ACP fica a dever dinheiro aos Profissionais da GNR”, na sequência da relização da 22ª edição 24 Horas TT Vila de Fronteira, evento mais uma vez promovido pelo Automóvel Clube de Portugal (ACP), no final de novembro em Fronteira no Alto Alentejo.

Segundo a nota tornada publica pela Associação “a segurança a este evento, à semelhança de anos anteriores foi prestada em regime de serviço remunerado e, pela sua dimensão, implicou o empenho de cerca de 400 elementos, dos Comandos Territoriais de Portalegre, Santarém, Évora, Castelo Branco, Coimbra e USHE, chegando muitos profissionais a cumprir 16 horas ininterruptas de serviço, às quais acrescem os tempos de deslocação das unidades de origem e a apresentação com uma hora de antecedência, sendo que estes períodos nem sequer são contabilizados para pagamento aos profissionais.”

A Associação dos Profissionais da Guarda afirma que “estão indignados, pois, mais uma vez o ACP, entidade requisitante deste serviço não procedeu ao seu pagamento atempado, não estando sequer previsto que venha a acontecer no mês corrente ou no seguinte, pois este serviço ainda não foi registado para pagamento no Portal Social da GNR.

Na nota tornada publica a Associação dos Profissionais da Guarda critica o ACP, que “sistematicamente, demonstra um profundo desrespeito pelos profissionais da GNR, pelo serviço que prestam e, sobretudo não cumprem a lei, já que se têm arrogado ao direito de acharem que podem pagar quando entendem conveniente.”

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