Barragem do Pisão vai “regar cerca de 10 a 12 mil hectares, numa zona onde existem boas condições de solo e clima diz Capoulas Santos (c/som)

As conclusões do Grupo de Trabalho constituído para estudar o modelo de financiamento e gestão do empreendimento de aproveitamento hidráulico de fins múltiplos do Crato, vulgo Barragem do Pisão, foram apresentadas esta sexta-feira, 7 de junho, no Crato, numa cerimónia presidida pelo Ministro-adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira.

Para além do Ministro-adjunto e da Economia, estiveram ainda presentes o Ministro do Planeamento, Nelson de Souza, o Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, o Secretário de Estado do Ambiente, João Ataíde e o Secretário de Estado da Valorização do Interior, João Paulo Catarino, bem como o Presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, Ricardo Pinheiro, o Presidente da Câmara do Crato, Joaquim Diogo.

Em declarações aos jornalistas, o Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luis Capoulas Santos, começou por dizer que este projecto “significa a concretização de um velho sonho dos agricultores e da população do alto Alentejo”, acrescentando que “estão finalmente reunidas as condições para avançar com o projecto que aguarda há mais de 60 anos para ser executado.”

Capoulas Santos, refere também que “este empreendimento do Crato vai juntar-se ao gigantesco esforço que estamos a fazer e que nos permitirá, até 2023, acrescentar 100 mil hectares de área regada em Portugal.”

O Ministro da Agricultura revela que a Barragem do Pisão vai “regar cerca de 10 a 12 mil hectares, numa zona onde existem boas condições de solo e clima e que permitirá introduzir inovação na agricultura do Alentejo.”