Barrancos: “Uma região vive, de facto, de todas as suas parcelas”, diz António Ceia da Silva (c/som)

Foi inaugurada esta sexta-feira mais uma edição da ExpoBARRANCOS – Feira do Presunto e dos Enchidos que anualmente mobiliza milhares de visitantes, constituindo logo desde a sua primeira edição como um certame de qualidade e referência único na região Alentejo e no país.

O certame habitualmente aposta em três áreas de exposição, destacando as regiões de Portugal e Espanha, uma tenda multiusos para colóquios e degustação de Presunto DOP de Barrancos, dois palcos de animação e áreas de restauração.

Na cerimónia de inauguração marcaram presença o Presidente da Câmara Municipal de Barrancos, João Nunes, o Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, o Presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, António Ceia da Silva, bem como outras entidades civis e militares.

ODigital.pt esteve presente e falou com o Presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, António Ceia da Silva, que começou por referir que “quando falamos em presunto associamos logo Barrancos. Estamos mesmo na fronteira, do Alentejo e da nossa Entidade Regional de Turismo, e isso comprova que um destino vive de um puzzle com todas as peças. Ou seja, tão importante é a doçaria em Portalegre, como a Festa dos Presuntos aqui, como a PIMEL em Alcácer do Sal, como as nossas praias, o nosso enoturismo, etc.”

Ceia da Silva realça ainda que “uma região vive, de facto, de todas as suas parcelas, e o facto de estarmos aqui em Barrancos prova isso, tudo faz parte, tudo integra e tudo é importante numa estratégia regional. Barrancos tem particularidades interessantes na área do turismo de natureza, turismo cinegético, é de facto uma zona muito interessante, faz fronteira com Espanha, portanto tem todas as condições para integrar aquilo que são os nossos produtos turísticos.”

O Presidente da Entidade Regional de Turismo afirmou ainda que “toda esta zona tem potencial imenso para vir a crescer nos próximos anos.”

Questionado se as acessibilidades podem ser um entrave na evolução do turismo na região, António Ceia da Silva afirma que “eu penso que o turismo pode obrigar a que as acessibilidades sejam feitas.”

blob:https://odigital.pt/8666feac-15f8-48b5-abeb-1e40e5811c93