Bebé nasceu em pleno Centro de Saúde de Estremoz, esta terça-feira

Secção Regional do Sul da Ordem dos Enfermeiro

O Centro de Saúde de Estremoz, no distrito de Évora, foi esta terça-feira invadido por muita alegria, fazendo esquecer todo o problema do Covid-19, pois ocorreu um parto nesta unidade de saúde.

De acordo com a Secção Regional do Sul da Ordem dos Enfermeiros, “o Rodrigo quis nascer esta terça-feira de manhã, às 11 horas, fora de uma maternidade e longe de uma sala de partos, mas muito carinhosamente recebido por três Enfermeiras que se encontravam a trabalhar no Serviço de Urgência Básico (SUB) do Centro de Saúde de Estremoz.”

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Ainda segundo a mesma fonte, “um bebé saudável de 2. 750 kg veio a este mundo com a esperança de poder crescer feliz . O empenho das Enfermeiras naquele parto foi diferente. Sentiram que a Vida continua a acontecer. Viveram-se momentos de muita emoção naquele SUB.”

A Ordem dos Enfermeiros, relata ainda que “o Rodrigo deveria ter nascido na maternidade do Hospital de Évora. A parturiente chamou os Bombeiros Voluntários de Estremoz que logo acudiram. Porém, percebendo o estado da grávida, optaram por a deslocarem para o Centro de Saúde, onde funciona o SUB, para que fosse transferida para uma viatura SIV, que ali está destacada, e seguirem depois para Évora”, acrescentando que “chegados ao Centro de Saúde, a Enfermeira Marta Félix foi ao encontro dos bombeiros para saber o que se passava. Ao ver a mulher, logo percebeu que já não havia tempo para chegar ao Hospital. O Rodrigo era um alentejano com pressa de nascer e já espreitava cá para fora. Imediatamente a Enfermeira deu ordens para que fosse levada para o interior das instalações e dez minutos depois vinha ao mundo exterior um rapaz robusto e saudável.”

Antes deste nascimento, a rotina naquele SUB estava focada, sobretudo, no COVID – 19. O Alentejo continua sem casos registados de infecção pelo novo coronavírus, mas, conforme nos explicou a Enfermeira Marta Félix, “as pessoas estão muito preocupadas e continuam a exercer pressão sobre o Centros de Saúde, presencialmente, em vez de optarem pelos contactos telefónicos”, tal como está indicado.

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