BTL: Presidente da Turismo Alentejo destaca que “temos uma região que está em crescimento, que está com um indicie fantástico de procura” (c/som)

Decorre até domingo mais uma edição da Bolsa de Turismo de Lisboa, onde os municípios mostram as suas potencialidades turísticas e as empresas dão a conhecer as suas melhores ofertas turísticas.

Neste certame estão presentes as Entidades Regionais de Turismo, tal como a Turismo Alentejo e Ribatejo, que tem o maior stand da BTL, congregando em sim os vários municípios do Alentejo e do Ribatejo.

O Digital.pt falou com o Presidente da Turismo Alentejo e Ribatejo, António Ceia da Silva, que começou por dizer que “é uma presença muito condigna, muito forte. Nós temos a consciência que temos uma região que está em crescimento, que está com um indicie fantástico de procura quer ao nível das dormidas, quer ao nível dos proveitos. A área metropolitana de Lisboa é, de acordo com os estudos que temos e com o Observatório, a área que representa 40% da procura do nosso território e portanto nós temos, de facto, que trabalhar muito Lisboa. Lisboa é essencial e daí o facto de estarmos com muito interesse na Bolsa de Turismo de Lisboa.”

Ceia da Silva destaca que “ter aqui 53 municípios, 40 empresas, Rota dos Vinhos, um conjunto de produtores diversos, para nós é muito relevante, porque diz bem sobre o interesse que toda a gente tem sobre esta questão do turismo, que vão muito além da Entidade Regional de Turismo”, acrescentando que “de facto mobilizam todos os agentes do território e isso é para nós extraordinariamente interessante. Por outro lado, temos aqui os Caminhos de Santiago, as redes de oferta que criámos nos últimos anos, e portanto cada vez mais temos um destino certificado, solidificado que se vai afirmando no território e isso para nós é de facto um prazer e uma honra.”

Sobre os números do turismo, que indicam que o Alentejo foi a região que mais subiu em termos turísticos, António Ceia da Silva, afirma que “continuamos a subir, fomos a região que mais subiu a nível nacional, a nível internacional mais 18%, a nível de proveito mais de 20% e portanto temos uma procura e que continua a marcar pontos a nível da estrutura nacional, em contra-ciclo muitas vezes porque há outras regiões que têm quebrado nas dormidas, nós continuamos a subir. Tem a ver com a identidade, com a certificação, tem a ver com as referências de criar um destino identitário e muito forte e isso tem dado muitos resultados nos últimos anos.”