Covid-15: Conheça as 25 recomendações para uma reabertura em segurança dos museus

Na próxima segunda-feira terá início a segunda fase do desconfinamento, altura em que deverão reabrir ao público os museus, tanto nacionais como os  privados.

Neste sentido as autoridades já definiram as medidas para a reabertura destes espaços culturais, tendo o ICOM, a maior organização internacional de museus e profissionais de museus, definido 25 recomendações para uma segura reabertura dos museus.

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O ICOM Portugal considera útil o estabelecimento de algumas recomendações para os museus, em cumprimento da legislação, de forma a apoiar os profissionais de museus, na planificação faseada da reabertura dos seus equipamentos.

Conheça de seguida as 25 recomendações do ICOM Portugal para a reabertura:

1- Conhecer e guiar-se pela legislação em vigor, bem como pelas normas e orientações da Direcção-Geral da Saúde (DGS);

2- Elaborar ou/e actualizar um plano de contingência de acordo com a legislação em vigor, bem como com as orientações da DGS e em articulação com as tutelas;

3- Promover medidas de prevenção sanitárias, a nível da higiene das mãos, etiqueta respiratória, distanciamento social, higienização e desinfecção de superfícies, e da monotorização de sintomas e da protecção individual;

4 – Garantir os equipamentos de protecção individual (EPI) necessários à implementação destas medidas: máscaras cirúrgicas ou comunitárias, viseiras, soluções desinfectantes, luvas, entre outras;

5 – Garantir a definição de lotação máxima dos espaços expositivos (5 pessoas / 100 m2) e distanciamento social apropriado (2 metros entre pessoas), sendo que, se possível, se devem privilegiar percursos de sentido único;

6 – Garantir que o atendimento nas bilheteiras, nas lojas e nos espaços de restauração se faz através de barreiras físicas que limitem a proximidade entre os colaboradores e os visitantes;

7 – Limitar a interacção física dos visitantes nos espaços dos museus, privilegiando o pagamento em cartão;

8 – Não disponibilizar o serviço de bengaleiro, a menos que seja possível a utilização autónoma dos visitantes, por exemplo através de cacifos com moeda;

9 – Minimizar pontos de concentração/foco dos visitantes junto de equipamentos que convidem à interacção, preferencialmente desactivando-os;

10 – Evitar a disponibilização de folhetos ou outros materiais promocionais que possibilitam o manuseamento indiferenciado;

11 – Reorganizar as equipas de trabalho, privilegiando o teletrabalho sempre que as funções exercidas o permitam e estruturando equipas em espelho (sempre que possível), estando apenas presentes no local de trabalho os colaboradores considerados necessários ao trabalho presencial;

12 – Reorganizar os locais de trabalho, assim como os fluxos (entrada e saída) destes locais, visando assegurar o distanciamento social entre trabalhadores e o cumprimento das distâncias de segurança;

13 – Promover junto das equipas dos museus o conhecimento destas normas e medidas através quer do estabelecimento de um regulamento interno e de sessões de formação regulares, orientadas para as necessidades e funções de cada um, quer divulgando os planos de contingência que forem sendo realizados;

14 – Estabelecer um plano de limpeza e higienização das instalações de acesso público, aumentando a sua frequência e com recurso aos agentes adequados;

15 – Estabelecer um plano de limpeza e higienização dos bens culturais patrimoniais, respeitando as boas práticas da conservação preventiva e com recurso aos agentes adequados;

16 – Estabelecer, se necessário, procedimentos de quarentena dos bens culturais móveis para assegurar a sua correta conservação e preservação;

17 – Privilegiar e assegurar a ventilação natural regular dos espaços, através da abertura de portas e janelas, se possível, sem recorrer aos sistemas de ventilação artificiais;

18 – Comunicar aos visitantes as normas e procedimentos em vigor, de forma transparente e detalhada, por forma a restabelecer e promover uma relação de confiança entre as instituições e os públicos;

19 – Avaliar, monitorizar e definir os impactos e as necessidades orçamentais e de recursos humanos, decorrentes das medidas sanitárias implementadas e da quebra de receitas, provocadas quer pelo fecho das instituições, quer pela diminuição dos visitantes após a reabertura;

20 – Adequar a programação de acordo com as medidas de prevenção definidas pelas entidades competentes;

21 – Definir e conceber novas programações expositivas, educativas e culturais, destinadas a públicos mais reduzidos, apoiadas em campanhas de comunicação e promoção de âmbito local ou nacional;

22 – Articular a programação digital com a dimensão sensorial da programação, aprofundando metodologias e recursos de forma criativa e sustentável;

23 – Estreitar e reforçar o diálogo com as tutelas, tendo em vista minimizar os efeitos negativos causados pela COVID-19 nos Museus;

24 – Estreitar e reforçar o relacionamento e o diálogo com as comunidades locais, juntas de freguesia, agentes comerciais, associações de moradores e culturais, escolas e outras instituições de ensino, através da promoção de projectos e actividades criativos e sustentáveis;

25 – Estreitar e reforçar o diálogo e a cooperação com os demais museus nacionais, municipais e privados, através da promoção de projectos e actividades criativos e sustentáveis;

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