Covid-19: Pode ser o fim do Évora Clube de Natação, se não houver respostas “nos próximos dez dias”

Com a chegada da Pandemia da Covid-19 a Portugal, praticamente todos os sectores paralisaram provocando assim uma grande crise económica, colocando mesmo em causa a continuidade de algumas instituições.

Um desses exemplos é a Aminata – Évora Clube de Natação, que sendo o único clube de natação do Alentejo com piscina própria e tem custos de funcionamento elevados, com salários, água, luz e gás e vive actualmente um clima de incerteza e de receio pelo impacto negativo na actividade ao longo dos próximos meses.

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Encerrado ainda antes do inicio do Estado de Emergência, este clube suspendeu assim desde o dia 16 de Março o serviço público que disponibiliza à população eborense desde 1982, para prática de actividades desportivas, saúde e bem-estar, em ambiente aquático.

Segundo Daniel Galvoeira, Presidente da Direcção, o Clube “antecipando-se às medidas extraordinárias de apoio às empresas, o AMINATA solicitou em 23 de Março um empréstimo à banca, para fazer face à quebra financeira já verificada na tesouraria, sem resposta até à data”, referindo ainda que para fazer face ás dificuldades “pediu aos Sócios e Utentes que continuassem a pagar quotas e mensalidades, o que permitiu realizar 79% dos compromissos salariais com os colaboradores do Clube, faltando liquidar os restantes 21%.”

O Dirigente lamenta que “o AMINATA esteja a encontrar sérias dificuldades em aceder a apoios – para sobreviver ao impacto desta crise”, acrescentando perante este cenário “foi forçado a recorrer ao lay-off simplificado, o que afecta a totalidade dos colaboradores – 19 do quadro, além de 3 prestadores de serviços, que interromperam a sua actividade.”

Ainda segundo a informação que nos chegou o ANIMATA tem realizado alguns contactos com a Autarquia de Évora de forma a encontrar-se uma solução para este clube.

Daniel Galvoeira, em nome da Direcção, encara, com preocupação, “a ausência de resposta célere aos incansáveis esforços para cumprir as obrigações salariais com os seus colaboradores, nomeadamente o valor remanescente de Março e a parte que compete assegurar em Abril – aproximadamente 7000€”, afirmando mesmo que caso as respostas não cheguem “nos próximos dez dias, nem se perspectivando o retomar das actividades no curto prazo -, ficará em causa a sustentabilidade financeira, a manutenção dos postos de trabalho e a sobrevivência do próprio Clube.

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