Évora: Livros à Rua “é mais do que uma feira do livro”, refere Eduardo Luciano na inauguração do certame (c/som e fotos)

Até ao próximo dia 26 de Maio, a Câmara Municipal de Évora leva de novo o “Livros à Rua”, ao Largo Marquês de Marialva, conhecido como Largo da Sé. Este ano com uma programação literária bem diversificada e acompanhada de uma programação cultural ímpar.

A feira do livro, a actividade central da iniciativa, e que tem como protagonistas as livrarias e livreiros da cidade, está aberta das 12h00 às 20h00, de segunda a sexta-feira e das 10h00 às 20h00, no fins-de-semana. Entre os escritores que irão apresentar novas obras estão: João Pedro Marques, João Tordo, José Fanha, Luís Pastor, Fernando Venâncio, José Pedro Castanheira e Feliciano de Mira.

ODigital.pt esteve presente no momento da abertura oficial deste certame e falou com Eduardo Luciano, Vereador do Município de Évora, que começou por dizer que “esta iniciativa tem como principal objectivo chamar a atenção para os livros e para a leitura. Não lhe chamámos Feira do Livro para afastarmos a mera questão comercial da compra do livro, porque é mais do que uma feira do livro”, acrescentando que “é algo que é montado com esforço da câmara municipal e os livreiros da cidade, que se disponibilizam a vir, e que tem um conjunto de festa em torno do livro que pretende atrair novos leitores, novos consumidores de cultura, gente que pensa cultura, para esta festa.”

Eduardo Luciano explica ainda o “porquê Livros à Rua e não Feira do Livro? Exactamente por isso, porque ultrapassa e muito a noção da feira. Temos espectáculos de teatro, de música, artes plásticas, cruzamos aqui a Festa do Cinema Italiano que acontece ao mesmo tempo, vamos ter aqui iniciativas na Sé, às 18:00 sempre, e na Igreja São Vicente à noite, fazendo aqui ligação com outros pontos da cidade.” Sobre o espaço escolhido para a realização deste evento o autarca refere que “é o espaço que encontrámos, na cidade, agradável, com sombra, onde além de comprar livros, as pessoas podem ficar e assistir ao que vai acontecendo. É uma aposta clara não na venda dos livreiros neste momento mas no garantir de novos consumidores de livros e leitura para o resto do ano e que consumam nas livrarias locais.”

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