Évora: “Queremos uma cidade que tenha capacidade para ter expressões artísticas de diversas origens”, diz Carlos Pinto de Sá (c/som e fotos)

O salão nobre do Teatro Garcia de Resende em Évora recebeu esta quinta-feira, 31 de Janeiro, a apresentação da programação cultural para 2019 para a cidade Património Mundial.

O Município irá apostar forte na vertente cultural e numa diversidade inclusiva, apresentando assim um programa eclético para este ano, numa cerimónia que contou com o salão cheio.

Marcaram presença neste evento várias personalidades do mundo artístico, tendo usado da palavra o Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, o Vereador com o pelouro da cultura, Eduardo Luciano, o membro da equipa de programadores, Luís Garcia e ainda Director do CENDREV, José Russo.

No final ODigital.pt falou com o Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, que falou sobre a programação cultural, dizendo que “nós queremos ter uma cidade com uma grande dinâmica cultural que tenha capacidade para ter expressões artísticas de diversas origens e dirigidas a diferentes públicos e que animem a cidade, nomeadamente com os artistas e grupos locais que tenham a capacidade para fazer e desenvolver a sua arte, digamos assim, e termos a capacidade de integrar todos esses contributos num programa cultural vasto.”

O autarca referiu também que “a componente de atratividade [de pessoas à cidade] é importante mas a componente de dinâmica interna é também muito importante”, salientando também que “a programação que apresentamos hoje para o Teatro Garcia de Resende, pela primeira vez apresentamos uma programação para o ano inteiro, que pretende também que os próprios habitantes de Évora possam atempadamente olhar e ver o que preferem, há propostas para todos os gostos diria eu, para poderem escolher com tempo as coisas em que pretendem participar. Mas o Teatro Garcia de Resende é apenas uma das componentes da programação cultural que temos preparado para todo o ano.”

Sobre o investimento feito pelo Município nesta programação cultural, o edil afirma que “a cultura é um investimento, é algo que tem a ver com os valores da sociedade (…) não deve ser apenas olhado como despesa numa folha de excel. Mas como um investimento nos cidadãos, desde logo os cidadãos mais novos.”

Questionado em concreto sobre o orçamento para esta programação cultural, Carlos Pinto de Sá salienta que, “nós temos orçamentos diversificados”, referindo que “aqui no Garcia de Resende ainda suportamos naquela perspectiva de recebermos cá o artista à bilheteira, por exemplo, porque também ainda não estamos à vontade para poder financiar muitos espectáculos. Mas naturalmente que procuraremos que haja algum financiamento para o Teatro Garcia de Resende”.  Ainda sobre este tema o autarca eborense salienta que “que por exemplo no Artes à Rua temos um orçamento na base dos 300 mil euros, (num programa em que contaremos os criadores locais, os agentes, as instituições de cultura locais, teremos um orçamento de 150 euros, aquilo que queremos é que todos participem, não numa iniciativa de candidatura mas sim de apoio universal ou seja este dinheiro é para todos aqueles que apresentarem os seus projectos e depois obviamente que faremos os acertos para que todos tenham apoio como já aconteceu no ano anterior e no outro ano). Depois temos um outro conjunto de verbas que estão para outros ciclos que foram aqui anunciados.”

Questionado em concreto sobre o orçamento para esta programação cultural, Carlos Pinto de Sá salienta que, “nós temos orçamentos diversificados”, referindo que “aqui no Garcia de Resende ainda suportamos naquela perspectiva de recebermos cá o artista à bilheteira, por exemplo, porque também ainda não estamos à vontade para poder financiar muitos espectáculos. Mas naturalmente que procuraremos que haja algum financiamento para o Teatro Garcia de Resende”.  Ainda sobre este tema o autarca eborense salienta que “que por exemplo no Artes à Rua temos um orçamento na base dos 300 mil euros, (num programa em que contaremos os criadores locais, os agentes, as instituições de cultura locais, teremos um orçamento de 150 euros, aquilo que queremos é que todos participem, não numa iniciativa de candidatura mas sim de apoio universal ou seja este dinheiro é para todos aqueles que apresentarem os seus projectos e depois obviamente que faremos os acertos para que todos tenham apoio como já aconteceu no ano anterior e no outro ano). Depois temos um outro conjunto de verbas que estão para outros ciclos que foram aqui anunciados.”

Clique aqui e veja já a programação de Fevereiro e Março.

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