“Foi uma ideia muito lúcida e oportuna”, disse Arcebispo de Évora sobre o livro “Ó Glória da Nossa Terra” (c/som e fotos)

Livro sobre Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa

O Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição, em Vila Viçosa, recebeu, este sábado, a apresentação do livro “Ó Glória da Nossa Terra”.

Esta obra da autoria de Carlos Aurélio, conta a história deste santuário, bem como da imagem de Nossa Senhora da Conceição. Nesta apresentação houve ainda um momento musical com Francisco Lima Santos e Pedro Gil apresentou a obra.

Fernando Pinto, Juiz da Régia Confraria de Nossa Senhora da Conceição, explicou que “este livro que graciosamente o Carlos Aurélio escreveu e doou à Régia Confraria e a este Santuário”, vai permitir “o restauro dos mantos de nossa senhora e quem sabe algo mais”, acrescentando que “é um livro que também era uma necessidade, que não existia, algum livro que falasse sobre este Santuário de Nossa Senhora.”

Já Carlos Aurélio, autor da obra, disse que trata-se de “dar uma prenda” a Nossa senhora e espera que “possam ler o livro com gosto, com fruto e que este livro possa ajudar-vos a ajudar cada vez mais conhecer a nossa mãe”.

Presente esteve também o Arcebispo de Évora, D. José Alves, que afirmou que “esta obra fazia falta, para quem aqui vem, conhecer a relação da Imaculada Conceição com Vila Viçosa, conhecer a relação da Imaculada Conceição com Portugal, conhecer o santuário da Senhora da Conceição de Vila Viçosa, conhecer esta mui nobre e real vila de vila viçosa, levar daqui os principais documentos”.

D Francisco Senra Coelho destacou o fato deste livro ir ajudar a “conservar com dignidade e nobreza o património tão importante dos tecidos que aqui são guardados, dos vestidos de Nossa Senhora e outras peças de tecelagem, porém este livro vai ter muitas edições, este é o livro que os turistas do turismo religioso o levam, este é o livro para que todos aqueles que aqui vêm como peregrinos ou apenas turistas levem desta casa, impunha-se há muito tempo”, referindo que “foi uma ideia muito lucida e oportuna”, concluindo dizendo que “este livro é para estar na casa de todos os calipolenses e para ser levado por todos os peregrinos”.

Fique de seguida com algumas imagens desta apresentação, numa reportagem de Hugo Calado: