Operação da PSP termina com rede de tráfico de droga que abastecia Portalegre e vendia junto às escolas

A Polícia de Segurança Pública de Portalegre realizou, este domingo, uma mega-operação na cidade de Portalegre contra o tráfico de droga.

Segundo a força de segurança, esta operação surge no “no âmbito de uma investigação iniciada no final do ano passado pela Esquadra de Investigação Criminal”, culminando agora “com a detenção de seis homens e cinco mulheres, com idades compreendidas entre os 20 e os 55 anos de idade, pela prática do crime de tráfico de estupefacientes e posse de armas proibidas.”

Esta Operação envolveu o cumprimento de 28 Mandados de Busca, 21 deles visando domicílios, tendo sido apreendido o seguinte:

– 762 doses individuais de MDMA (Ecstasy);

– 646 doses individuais de Haxixe;

– 415.00 gramas Liamba

– € 1.285,00 em numerário;

– 1 arma de fogo (pistola transformada) e 1 arma de alarme, ambas de Classe A;

– 42 munições de diversos calibres;

– 1 soqueira;

– 1 face tipo borboleta;

– 1 viatura (ligeiro de passageiros);

– 3 motociclos;

– Diversos equipamentos electrónicos;

– Balanças, moinhos e outros objectos relacionados ou resultantes da actividade ilícita.                                                                                                                                                

Os detidos serão presentes à Autoridade Judiciária durante na manhã de terça-feira.

Para a execução desta vasta operação, o Comando da PSP de Portalegre contou com o apoio da Unidade Especial de Polícia e dos Comandos Distritais de: Évora, Santarém, Castelo Branco e Guarda, tendo sido empenhados um total de 65 polícias afectos às valências de Investigação Criminal e Ordem Pública, apoiados por 4 binómios cinotécnicos. Uma das diligências decorreu na vila de Nisa contando, por isso, com a colaboração da GNR.

Para a PSP, “esta operação provocou um duro golpe no tráfico de estupefacientes na cidade de Portalegre, dado que os visados, mantinham uma actividade localmente muito dinâmica, com a agravante de desenvolverem parte dela em locais públicos e nas proximidades de recintos escolares.”

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