O empresário agrícola e ex-militar da GNR Tomé Panazeite, de 58 anos, é o candidato do PS à presidência da Câmara de Serpa, no distrito de Beja, que é liderada pela CDU.
Em comunicado hoje enviado à agência Lusa, a concelhia de Serpa do PS revelou que a candidatura de Tomé Panazeite, que é independente, “representa uma nova etapa” para este município alentejano e é “construída pelos valores da democracia, da honestidade e da igualdade”.
Uma candidatura que representa “a mudança que o concelho precisa, que os cidadãos anseiam e que tanto merecem”, acrescentam os socialistas.
No comunicado, o PS de Serpa explicou ainda que o projeto eleitoral a apresentar por Tomé Panazeite terá em atenção “as questões de cariz económico relacionadas com a maximização dos novos investimentos na agricultura e agroindústria”.
“A questão demográfica centrada no combate à desertificação e envelhecimento da população” e “as preocupações de cariz social e de saúde” são outros dos “pilares do ideário desta candidatura e para os quais se entende ser necessário imprimir um novo rumo” em Serpa, frisou o comunicado do PS.
Tomé Panazeite é natural da freguesia de Vila Nova de São Bento (Serpa) e é licenciado em engenharia agronómica pela Escola Superior Agrária de Beja, onde completou também uma pós-graduação em agronomia.
Atualmente, é empresário agrícola, depois de ter sido militar da GNR durante 34 anos, tendo atingido o topo de carreira como sargento-mor.
Em 2017, foi candidato do PS à presidência da União de Freguesias de Vila Nova de São Bento e Vale de Vargo, ocupando o lugar de membro da assembleia de freguesia.
Este é o segundo candidato anunciado à Câmara de Serpa, depois de a coligação PSD/CDS-PP ter divulgado a candidatura de José Damião Félix, de 44 anos, empresário agrícola e professor.
O atual executivo camarário de Serpa, liderado pelo comunista Tomé Pires, que cumpre o segundo mandato, é constituído por quatro eleitos da CDU e três do PS.
Segundo a lei, as eleições autárquicas decorrem entre setembro e outubro.















