O candidato do PSD à Câmara de Crato (Portalegre) nas eleições autárquicas deste ano, Marco Mendonça, assumiu hoje a vontade de alterar o “paradigma” do concelho e “mudar o sistema viciado” que diz viver-se na região.
“A principal razão da minha candidatura passa por mudar o paradigma que se encontra no concelho”, disse à agência Lusa o candidato social-democrata, de 38 anos.
Marco Mendonça prometeu que, caso vença as eleições, irá “tentar dar outra dinâmica e mudar o sistema viciado que se encontra [no concelho], porque há muitos anos que é governado pelo mesmo partido [PS] e está a precisar de uma verdadeira mudança”.
Funcionário da empresa Infraestruturas de Portugal (IP), o candidato é atualmente vereador sem pelouros no Município do Crato, eleito pelo PSD.
Também já foi presidente da Junta de Freguesia de Monte da Pedra, no mesmo concelho alentejano, entre 2009 e 2017, eleito igualmente pelos social-democratas.
Se for eleito presidente de câmara nas eleições de ano, prometeu, uma das primeiras medidas que pretende implementar passa por colocar as pessoas no centro da sua intervenção.
“A primeira medida é respeitar o povo do concelho do Crato, é tornar as pessoas o principal objetivo e investimento, não rotular as pessoas e as empresas. As pessoas e as empresas não devem ter rótulos, não são da cor A, C, D, são pessoas e empresas e devemos trabalhar com todas”, afirmou.
A Câmara de Crato é liderada pelo socialista Joaquim Diogo, de 45 anos, que já anunciou a recandidatura ao cargo, para procurar ser eleito para um segundo mandato consecutivo.
O executivo municipal é composto por dois eleitos do PS, dois do PSD e um da CDU.
Segundo a lei, as autárquicas decorrem entre setembro e outubro, mas a data das eleições ainda não foi anunciada.















