Um total de 23 equipas, constituídas por cerca de 300 jovens, disputam a Grande Final do Torneio Nacional de Futebol de Rua 2022 que está a decorrer em Beja, até domingo.
A competição, com equipas em representação dos vários distritos/regiões autónomas do território nacional, está a decorrer no Parque de Feiras e Exposições de Beja e é promovida pela Associação CAIS, em parceria com o município alentejano.
Trata-se de um evento em que participam equipas femininas, masculinas e mistas, dos vários distritos e regiões autónomas do território nacional com jogadores de diferentes faixas etárias. Cada equipa tem um máximo de oito jogadores, quatro em campo e quatro suplentes e os jogos têm uma duração de 14 minutos.
A cerimónia de abertura decorreu na tarde de sexta-feira, tendo marcado presença a vereadora da Câmara de Beja, Mariza Saturnino, o diretor regional do IPDJ, Miguel Rasquinho, entre outras entidades.
Em declarações a’ODigital.pt, Mariza Saturnino explicou que “este campeonato é mais que uma prova desportiva, é um evento social, porque inclui muitos miúdos que vêm de contextos socialmente vulneráveis”, acrescentando que “é um evento realmente promotor de mais inclusão através da prática desportiva e tudo isso é que nos leva a querer capitalizar uma atividade desta dimensão para a nossa cidade.”
Já sobre o apoio da autarquia às atividades desportivas, Marisa Saturnino, disse que “queremos continuar a apoiar o desporto dentro daqueles que forem os limites financeiros e logísticos e também de recursos humanos da Câmara, mas sempre a apoiar iniciativas que são boas para Beja, são boas para as pessoas e que são boas para a comunidade.”
Já para o diretor regional do IPJ, Miguel Rasquinho, “é importante o Alentejo receber este tipo de evento, onde para além da prática desportiva, há um lado social que merece ser destacado”, acrescentando que “é um evento que pretende fomentar o convívio entre todos estes jovens, mas também a partilha de experiências e até de culturas.”
“O IPDJ pretende também que o desporto sirva para o convívio e partilha de experiências e cultura, não só para melhorar a qualidade de vida e não só para ser uma prática competitiva, mas, acima de tudo, para que o relacionamento entre todos, entre as diversas culturas, entre as diversas idades e os diversos credos seja uma realidade e é isso que aqui está a acontecer no Alentejo e em Beja”, concluiu Miguel Rasquinho.
Fique de seguida com as imagens da cerimónia de abertura, numa reportagem de Hugo Calado:













































































