
Reportagem com o apoio:
O Serpa Hotel, junto à muralha medieval, é um hotel de 4 estrelas em Serpa com a planície alentejana à janela e Beja no horizonte.
O vice-presidente da Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo, Pedro Beato, destacou a’ODigital, na cerimónia do 10º aniversário do Cante Alentejano como Património Imaterial da Humanidade da UNESCO, que o Cante está «vivo e forte».
«Dez anos depois, o Cante está vivo e forte e representa bem a alma, a tradição, a autenticidade e a identidade daquilo que é o Alentejo», frisou.
Desta forma, o vice-presidente sublinhou que a ERT vai «continuar a apostar e a querer ter um incremento» em todas as «ações que garantam a salvaguarda» do património que «tem selo UNESCO».
Esclareceu que há, neste momento, cerca de três mil cantadores, 180 grupos e 40 grupos corais «que estão na nossa diáspora». Números que levaram Pedro Beato a referir que é «representativo daquilo que é a força que o Alentejo leva».
«Temos de o valorizar perante aqueles que residem no Alentejo e aqueles milhares de pessoas que nos visitam. É importante que todas as comunidades da região sintam o Cante como pertença, desde tenra idade», vincou.
Falando em jovens, que tiveram uma presença vincada na cerimónia, o vice-presidente frisou que é o «garante do trabalho que as entidades públicas e privadas possam fazer para salvaguardarmos aquilo que é manifestação cultural».
«De facto, existe gente nova a incorporar-se, muitos deles com responsabilidades dentro dos grupos corais. Eu diria que é um projeto que temos de ver a médio, longo prazo», acrescentou.
Com essa «responsabilidade» em mente, Pedro Beato confessou que pensa ter «os passos lançados» para que daqui a dez anos «possamos estar aqui a comemorar os 20 anos do nosso património da Humanidade».

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O Serpa Hotel, junto à muralha medieval, é um hotel de 4 estrelas em Serpa com a planície alentejana à janela e Beja no horizonte.

