O Exército Português reforçou a vigilância em vários concelhos do Alentejo na sequência da situação de calamidade provocada pela Depressão Marta, que agravou as previsões meteorológicas em grande parte do território nacional.
A operação foi conduzida pelo Regimento de Cavalaria n.º 3 (RC3), sediado em Estremoz, com o objetivo de prevenir situações de risco e apoiar a proteção das populações nos concelhos de Estremoz, Redondo e Vila Viçosa.
Operação no terreno em articulação com os municípios
No âmbito desta ação, militares e viaturas táticas percorreram cerca de mil quilómetros, atravessando várias localidades daqueles concelhos, para verificar áreas consideradas sensíveis e previamente identificadas pelas respetivas autarquias, antecipando eventuais consequências do mau tempo extremo.
Paralelamente, nas instalações do RC3, foram mantidas forças adicionais em estado de alerta permanente, preparadas para intervir sempre que necessário. Estes meios incluem equipamentos para remoção de escombros, desobstrução de vias, autobombas e viaturas destinadas à eventual evacuação de populações.
Coordenação permanente e meios mobilizados
Todas as operações foram coordenadas a partir de um Posto de Comando em funcionamento permanente, localizado nas instalações dos “Dragões de Olivença”. A resposta decorreu em articulação com as Comunidades Intermunicipais do Alentejo Central e do Alto Alentejo, as câmaras municipais, a Proteção Civil e as forças de segurança.
Até ao momento, o Regimento de Cavalaria n.º 3 já empenhou mais de 400 militares, apoiados por cerca de 50 viaturas, em vários pontos do País, nomeadamente em Estremoz, Vila Viçosa, Redondo, Fronteira, Portalegre, Leiria, Ferreira do Zêzere e Ourém, no âmbito do Plano de Apoio Militar de Emergências do Exército.
O RC3 mantém a vigilância ativa, assegurando capacidade de resposta sempre que solicitado.




















