O presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC), Carlos Mateus Gomes, destacou o protocolo assinado para as infraestruturas do Hospital Central do Alentejo como determinante para assegurar a continuidade da obra e o cumprimento dos prazos.
O acordo, que envolve um investimento de cerca de 13,3 milhões de euros, permite avançar com acessos rodoviários, redes de água, saneamento e ligações elétricas à nova unidade hospitalar.
Segundo o responsável, o protocolo agora formalizado cria condições para dar seguimento ao projeto. «A assinatura do protocolo permite dotar a Câmara dos recursos necessários para a execução das infraestruturas, para a continuidade das obras», afirmou.
Cumprimento de prazos assume prioridade
Carlos Mateus Gomes sublinhou que o compromisso com o calendário da obra é central para todas as entidades envolvidas.
«Reforçando simultaneamente a nossa responsabilidade no cumprimento dos prazos estabelecidos. Esse é um ponto de honra», afirmou, referindo-se ao objetivo de conclusão do hospital até 2027.
O presidente da ULSAC indicou ainda que a empreitada se encontra numa fase avançada. «Neste momento, a obra encontra-se numa fase de acabamento, faltando cerca de 20% para terminar», explicou.
Hospital com vocação universitária e de inovação
O responsável destacou que o novo Hospital Central do Alentejo pretende assumir-se como uma unidade diferenciada, com aposta no ensino e na investigação.
«Este hospital ambiciona afirmar-se como um hospital universitário, estando já em curso estudos e avaliações necessárias para esse efeito», afirmou, referindo a articulação com a Universidade de Évora.
Carlos Mateus Gomes acrescentou que a nova infraestrutura está pensada para integrar inovação nos processos de trabalho. «Queremos dotar o hospital com processos inovadores, não só para os profissionais, mas também para os utentes, com fluxos eficientes», explicou.
Unidade de referência para o país
O presidente da ULSAC considerou ainda que o hospital terá um papel alargado no sistema de saúde, para além da região.
«Pretende ser um centro de referência, não só para o Alentejo, mas também para o país», afirmou, apontando a capacidade de resposta a outras unidades hospitalares.
Carlos Mateus Gomes concluiu que o projeto representa uma mudança estrutural na prestação de cuidados de saúde, destacando a dimensão e o impacto da nova unidade. «O novo Hospital Central do Alentejo será uma realidade até final de 2027», afirmou.















