A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) entregou, esta terça-feira, as insígnias FIFA aos árbitros e árbitros assistentes internacionais para 2026, numa cerimónia realizada na Cidade do Futebol. Entre os distinguidos está o árbitro alentejano Luís Godinho, natural de Borba, que cumpre uma década no quadro internacional.
De acordo com o organismo, Portugal atinge este ano um número recorde de 53 árbitros internacionais, numa iniciativa promovida pelo Conselho de Arbitragem da FPF. A cerimónia contou com a presença do secretário-geral da FPF, Rui Caeiro, membros do Conselho de Arbitragem e representantes das associações distritais e regionais.
Durante a sessão, Rui Caeiro destacou os árbitros como “a 30ª Seleção Nacional da Federação Portuguesa de Futebol”, sublinhando o trabalho desenvolvido “na busca pela excelência”. Já Luciano Gonçalves, presidente do Conselho de Arbitragem, considerou tratar-se de “um dia de celebração”, associando o recorde alcançado ao trabalho contínuo desenvolvido ao longo dos últimos anos.
Entre os distinguidos, Luís Godinho assinalou o momento nas redes sociais, onde recordou o início do percurso como árbitro internacional. O juiz referiu a evolução ao longo da última década, marcada por exigência, aprendizagem e superação constante.
O árbitro alentejano sublinhou ainda que a distinção não representa um ponto de chegada, mas antes mais uma etapa no percurso, reforçando a intenção de continuar a evoluir ao mais alto nível.
Na mesma cerimónia, os árbitros assistentes Rui Teixeira e Pedro Mota, que integram a equipa habitual de Luís Godinho, receberam igualmente as insígnias FIFA para 2026, reforçando a presença portuguesa nas competições internacionais.
Na mesma publicação, o árbitro deixou agradecimentos à equipa e à família, destacando o apoio ao longo da carreira, e concluiu com uma referência à continuidade do seu percurso na arbitragem internacional.















