O mercado ilícito de cigarros na UE manteve a tendência de crescimento, com um aumento estimado de 0,7% em 2022, representando perdas de 11.300 milhões de euros em receitas fiscais para os Estados europeus, indica um estudo agora divulgado.
Num comunicado hoje divulgado, a Philip Morris International (PMI), empresa da qual a Tabaqueira é subsidiária em Portugal, alerta com base no referido estudo, realizado pela consultora KPMG, para o aumento das taxas de consumo ilícito de cigarros na UE, que está “a sonegar aos Estados europeus milhares de milhões de euros em receitas fiscais e a corroer as políticas de controlo do tabaco”.
Em 2022 foram consumidos cerca de 35,8 mil milhões de cigarros ilícitos, mais de 8% do consumo total, indica o estudo, acrescentando que França continua a ser o maior mercado ilícito da UE e representa agora 47% do consumo total de cigarros ilícitos na região” e que “a esmagadora maioria dos cigarros ilícitos consumidos neste mercado são contrafeitos”.
O estudo indica também que em Portugal, o consumo de cigarros ilícitos decresceu para 2,1% do consumo total em 2022″.
Apesar do aumento geral do consumo ilícito, o estudo da KPMG observa que a maioria dos membros da União Europeia (UE) – 21 dos 27 países – registou uma tendência de estabilidade ou redução do consumo ilícito de cigarros em 2022.















