O presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Évora, Paulo Alves, destacou este sábado, em Vila Viçosa, a união entre bombeiros, comandos, dirigentes e autarquias do distrito, considerando que esse apoio é essencial para os operacionais que enfrentam os teatros de operações.
As declarações foram feitas ao Jornal ODigital.pt durante a VII edição da Bênção dos Capacetes dos Bombeiros do Distrito de Évora, iniciativa que reuniu corporações de todo o distrito no Santuário de Nossa Senhora da Conceição.
Paulo Alves considerou que a forte adesão à cerimónia demonstra o envolvimento das entidades do distrito com os bombeiros, sublinhando a presença de presidentes de câmara, comandos e direções das associações humanitárias.
«Este foi um dia criado para os bombeiros e é um dia que serve para que eles sintam que estão acompanhados quando estão na sua missão», afirmou, acrescentando que os operacionais devem sentir que «quem cá está, mesmo não estando junto deles, está a pensar neles».
União antes da época mais exigente
O responsável associativo referiu ainda que a cerimónia assume um significado especial numa altura que antecede o período mais crítico de incêndios rurais.
Segundo Paulo Alves, o objetivo passa também por transmitir confiança aos bombeiros, garantindo que as entidades do distrito estão empenhadas em assegurar condições de segurança e meios adequados para o combate às ocorrências.
«Tudo se está a fazer para que eles tenham tudo o que é preciso, para que possam não correr riscos e possam regressar a casa com a missão cumprida», referiu.
Nas palavras proferidas, Paulo Alves recordou ainda que a iniciativa começou a ser preparada em 2014, tendo a primeira edição acontecido em 2016. O dirigente admitiu emoção ao ver reunidas em Vila Viçosa as corporações e representantes institucionais do distrito.
Apoio das autarquias destacado
O presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Évora deixou também um agradecimento aos municípios do distrito pelo apoio às corporações.
Paulo Alves destacou, em particular, o processo de aquisição de veículos para as associações humanitárias através de fundos comunitários, considerando que o trabalho conjunto dos municípios foi determinante.
«Nunca tinha visto todos se juntarem e trabalharem todos juntos para que se possa realizar uma compra de um veículo para cada associação», afirmou.















