Técnicos de Eventos avisam, se o Governo não for mais além avançam para protestos mais incómodos

A Associação Portuguesa de Serviços Técnicos para Eventos (APSTE) veio a público, esta semana, apelar ao Governo para ir mais além para garantir a sobrevivência das empresas do setor.

No seguimento das várias reuniões tidas com a Ministra da Cultura, Secretário de Estado do Comércio e Serviços, Secretária de Estado do Turismo, várias forças políticas com representação no Parlamento e após as medidas anunciadas pelo Executivo liderado por António Costa ao longo do último mês, a Associação Portuguesa de Serviços Técnicos para Eventos (APSTE) considera insuficientes as propostas e defende que foram esquecidas questões vitais como a criação de um CAE especifico para o setor, o congelamento das amortizações durante o próximo ano ou a disponibilização de uma linha de crédito com um valor ajustado à dimensão do volume de empresas a operar e dos prejuízos já acumulados por estas devido à pandemia.

Apesar de apreciarmos o esforço do Governo, a verdade é que nos faltam respostas para temas essenciais. Este é um setor que faturou centenas de milhões de euros em 2019, só os nossos associados contribuíram com cerca de 140 milhões, e conta com muitos profissionais altamente qualificado e especializados, não podemos abdicar de tudo isto. Ainda temos algumas destas matérias em cima da mesa de negociações, mas caso não cheguemos a um desenlace que garante a sobrevivência das nossas empresas não teremos outra opção a não ser avançar com novas ações de protesto que, desta feita, poderão ser mais incómodas…”, afirma Pedro Magalhães, Presidente da APSTE.