A Arena de Évora acolhe a Bolsa de Empregabilidade, organizada pela Fórum Turismo, num evento que conta com 65 empresas do setor.
Número este que conta com 45 entidades alentejanas que, para António Marto, presidente da Fórum Turismo, em declarações aos jornalistas, significa que «estamos a empregar para o território e isso para nós é extraordinário».
O presidente vincou que para esta segunda edição há uma perspetiva de crescimento, depois do primeiro ano, que «é o mais desafiante».
«Estamos com mais expectativas relativamente ao ano passado, que é o ano de criar a relação, e depois os outros anos são os anos da manutenção daquilo que é a relação criada», afirmou, dizendo ainda que «agora é uma questão de crescer».
Desta forma, António Marto atirou que este evento é caracterizado por ser «o juntar a oportunidade de emprego e a necessidade de emprego», e onde se faz «a conexão entre as empresas e os candidatos»: «Quando o fazemos pessoalmente, a ligação é maior e o que vai acontecer aqui».
Em relação a números de pessoas, António Marto sublinhou que estão «garantidos» cerca de 600 estudantes «de diferentes partes do território».
«Fizemos esse esforço e conseguimos mobilizar os municípios a disponibilizar mecanismos para os trazer até cá», acrescentou.
Frisou que este evento pode ser «o início da sua vida profissional», pois «muitos deles estão aqui na sua primeira apresentação presencial, no que é um tentar abrir portas».
Para esta idade, o presidente revelou que espera que as empresas «tenham a responsabilidade de dar resposta eficaz aos candidatos», para que «eles não vão para outras áreas de formação».
«Seria muito infeliz para o turismo, formar em turismo e depois irem trabalhar para outras áreas», complementou.
Já o público mais velho, são esperadas cerca de 200 pessoas, sendo «aqueles que se inscrevem, sendo eles nacionais ou internacionais».
Contudo, o presidente esclareceu que este número é resultado de «apertar do filtro», já que as pessoas teriam de estar «disponíveis e legais para uma pesquisa de ativo responsável».
«Seria fácil abrirmos a porta da Arena de Évora e dizer que entra qualquer pessoa. Entra, a partir do momento que está apta a uma pesquisa de trabalho», adicionou.
António Marto vincou que para esta franja de idade, as empresas «estão preparadas para oportunidades de longo prazo». Mas do “outro lado da moeda”, espera que as empresas deem «oportunidade claras e evidentes».
«Pedimos às empresas que evidenciem as suas necessidades e que tragam claramente a responsabilidade de dar uma resposta ao candidato», acrescentou.
De seguida, fique com a foto-reportagem, de Luís Diabão e Hugo Calado, da inauguração da Bolsa de Empregabilidade.







































































































