Os utentes do Hospital do Litoral Alentejano (HLA) exigem, esta quinta-feira, que o Governo trave o encerramento da Unidade de Convalescença deste hospital, feito “de uma forma autoritária” pelo Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde.
Após estas declarações, o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano veio a público afirmar que “confirma a imperiosa necessidade de encerramento da Unidade de Convalescença, que integra e é gerida pela Rede de Cuidados Continuados Integrados.”
Explicam os responsáveis que “com o agravamento da situação pandémica por SARS-COV 2 e consequente necessidade de aumentar a capacidade de resposta da ULSLA, mais especificamente do Hospital do Litoral Alentejano, foi necessário criar novos serviços dedicados ao tratamento destes doentes, o que implicou a expansão desses serviços.”
“Com a restruturação efetuada, e procurando proteger a resposta a doentes não covid em fase aguda, tornou-se então necessário reafectar as camas da Unidade de Convalescença ao Serviço de Medicina Interna, permitindo assim manter a capacidade instalada deste serviço”, indica ainda o Conselho de Administração da ULSLA.
É ainda referido no comunicado que “tendo em conta a atual situação pandémica – que ainda ninguém consegue prever quando terminará – o Hospital do Litoral Alentejano terá de manter áreas dedicadas ao tratamento de doentes covid”.
Conclui o Conselho de Administração afirmando que “esta decisão foi determinante para não colocar em causa a prestação de cuidados à população que servimos.”















