O concelho de Alandroal prepara-se para assinalar os 52 anos do 25 de Abril com um programa que conjuga cultura, memória e convívio comunitário, distribuído por dois dias de celebrações.
A iniciativa, promovida pela Câmara Municipal, arranca na noite de 24 de abril com um concerto ilustrado e culmina, no feriado, com um lanche-convívio aberto à população na Mina do Bugalho.
Concerto “Raia” marca a noite de 24 de abril
O ponto alto da véspera do Dia da Liberdade será o concerto ilustrado “Raia”, que sobe ao palco do Fórum Cultural de Alandroal no dia 24 de abril, às 21h30. A entrada é gratuita, mas limitada à lotação da sala.
O espetáculo integra as comemorações oficiais do município e propõe uma abordagem artística à memória coletiva do 25 de Abril, cruzando música e imagem num formato pensado para evocar o espírito da revolução.
Celebração continua com convívio popular no feriado
No dia 25 de abril, as comemorações prosseguem com um lanche-convívio agendado para as 16h00, no Jardim/Polidesportivo da Mina do Bugalho. A iniciativa pretende reunir a comunidade num momento de partilha e celebração da data histórica.
Para facilitar a participação, a autarquia disponibiliza transporte a partir dos locais habituais, com início às 14h30.
Cerimónias oficiais arrancam logo pela manhã
O programa comemorativo inclui ainda as tradicionais cerimónias oficiais de hastear da bandeira, que decorrem ao longo da manhã de 25 de abril em várias freguesias do concelho, com acompanhamento da Banda do Centro Cultural de Alandroal.
As iniciativas começam às 08h30, junto ao edifício da Câmara Municipal, seguindo depois por diferentes localidades, incluindo Juromenha, Mina do Bugalho, Rosário, Capelins, Santiago Maior e Terena, terminando na sede da União de Freguesias de Alandroal.
Município reforça aposta na proximidade e participação
Com este programa, o Município de Alandroal volta a apostar numa celebração descentralizada e participada, envolvendo diferentes freguesias e promovendo o contacto direto com a população.
As comemorações dos 52 anos do 25 de Abril assumem, assim, um duplo eixo: por um lado, a evocação institucional da data; por outro, a dimensão cultural e comunitária, que procura manter viva a memória da Revolução dos Cravos junto das novas gerações.















