Borba recebeu o “Fim de Semana do Caracol” nos últimos dias, onde se celebrou a «cultura popular» do pequeno animal entre as juntas de freguesia e os 19 estabelecimentos aderentes.
Findada a iniciativa, os presidentes das duas juntas da localidade fizeram um balanço «muito positivo» tendo chegado mesmo a “alargar horizontes”.
Quem o diz é Maria da luz, presidente da Junta de Freguesia de São Bartolomeu, que se “apercebeu” que «havia pessoal de fora».
«Era um dos nossos incentivos, a vontade de trazer pessoas a conhecer as nossas tradições, a nossa gastronomia e os nossos bons caracóis», acrescentou.
Disse ainda que «todos os anos temos melhorado», «é o nosso objetivo», e ainda perspetivou a próxima edição: «Para o ano já estamos a pensar como vai ser e melhor será».
Já Leonel Infante, presidente da Junta de Freguesia de Matriz, também vincou o balanço «positivo» de um fim de semana de «caracóis espalhados».
«Este ano foram 19 estabelecimentos participantes. A criatividade deles vai além do esforço, do que é o trabalho deles. Nota-se que o fazem com alegria», sublinhou.
Em relação à «cultura popular» do caracol, que tem “segredos na confeção que não se contam nem à família”, o presidente agradeceu aos estabelecimentos.
«Às vezes há pessoas que fazem caracóis só neste fim de semana para nos ajudarem e nós também o que queremos é ajudar a economia local trazer pessoas a Borba», afirmou.
Houve ainda espaço para a prova cega, «um dos pontos altos», e que «visa essencialmente saber que há diferença entre os pratos de caracóis».
Mesmo com «prémios simbólicos», Leonel Infante destacou que «tende a promover a concorrência saudável e a que haja mais aderentes e que se esmerem em fazer o petisco de caracol
Disse ainda que «esperemos que a iniciativa vá crescendo, sempre com um crescimento sustentável, porque as juntas não conseguem chegar a todo o lado».
Para além da prova, houve ainda uma surpresa para todos, incluindo os presidentes das juntas e organizadores do evento. Uma canção alusiva ao “Fim de Semana do Caracol”.
Maria da Luz disse que «ficámos satisfeitíssimos» e que os compositores «são pessoas excecionais, que já ao longo do tempo vamos conhecendo e que nos apoiam».
«A música para nós foi um prémio, foi a cereja no topo do bolo», complementou.
Já Leonel Infante, destacou, ainda em relação à canção, que é consequência da «relação de proximidade que fomos criando e que temos com os próprios habitantes e também com os artistas».
Afirmou ainda que os compositores «já não são apenas técnicos de som, são nossos amigos». De seguida, fique com as fotos do evento.











































