A equipa do Radar Social de Borba já está no terreno desde o início do mês de junho, depois de um investimento da autarquia de 169 mil euros, com comparticipação do PRR.
O programa, que conta com três elementos, pretende, segundo o município, em nota de imprensa, «a implementação de um sistema integrado de georreferenciação social e de capacitação dos territórios na ativação das respostas e otimização dos recursos, visando trazer maior eficácia à ação das entidades locais, apoiada na noção de desenvolvimento social e integrada numa perspetiva do desenvolvimento local».
Neste momento, a equipa trabalha na primeira fase do programa, que diz respeito à «atualização dos instrumentos estratégicos e de planeamento, tais como o Diagnóstico Social, Plano de Desenvolvimento Social e outros documentos de extrema relevância neste contexto».
O município afirma ainda, no comunicado, que vai ser depois a responsável por «elaborar as Normas de Financiamento Interno da Casa Social de Borba – Casa de Acolhimento Temporário».
«A Casa Social de Borba irá abrir as suas portas muito em breve e contará com a permanência desta equipa a desempenhar funções na sua zona técnica», acrescenta a missiva.
Este é um projeto-piloto da Segurança Social que prevê a criação de 278 equipas a nível nacional, com uma duração de 27 meses, de acordo com a dimensão populacional residente em cada concelho e a abrangência da intervenção, integradas nos Conselhos Locais de Ação Social (CLAS), da Rede Social, das Câmaras Municipais.















