Como já noticiámos, está a decorrer mais uma edição da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), um certame que conta com a presença dos municípios do Alentejo que assim promovem as suas potencialidades turísticas.
Um dos municípios que está presente na BTL é Campo Maior que está a promover o seu património e as suas tradições.
ODigital.pt, que está a acompanhar o evento, falou com o presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luis Rosinha, que nos disse que a presença na BTL era “quase uma obrigação depois de ter sido concedido o bendito selo da UNESCO no passado mês de dezembro às Festas do Povo e aquilo que todos perguntam, é quando voltará a haver Festas do Povo e essa é a verdadeira dúvida, mas uma coisa é certa, temos a noção de que este ano será claramente difícil, pois já estamos em março o que será impossível, mas se calhar agora é tempo começámos a pensar em começar a pensar num futuro evento para o ano de 2023 e é esta a indicação que as nossas técnicas vão andando, porque elas também como campomaiorenses sentem essa necessidade”, acrescentando que “este espaço aqui na BTL é um espaço fantástico de partilha de conhecimento, pois, aqui podemos transmitir todas as qualidades e as respetivas valências e os ex-libris do concelho.”
Questionado se o concelho de Campo Maior ainda tem margem para crescer em termos turísticos, Luís Rosinha foi perentório ao dizer que “temos de crescer e esse é claramente um dos nossos objetivos. É certo que há um caminho feito que irá ser consolidado, mas vai ter de haver aqui um salto nesse sentido”, adiantando que “esse salto será dado em breve com a inauguração do Museu das Festas do Povo, um museu vai permitir a quem nos visita contacte sempre com a flor de papel, mesmo quando o evento não ocorre e é nesse sentido, com todo o potencial turístico que fomos criando ao longo dos últimos anos, nomeadamente através da requalificação da fortificação, da criação do centro interpretativo da própria fortificação, da remodelações no interior do castelo, da Capela dos Ossos, temos ainda o turismo religioso relacionado com a primeira santa portuguesa, Santa Beatriz da Silva, ou seja, Campo Maior está neste momento a fazer um caminho de viragem e posicionando- se até como um destino pós-covid”.















