O presidente da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC) e presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Zorrinho, destacou o impacto da Volta ao Alentejo e defendeu o reforço da prova no plano internacional, após a edição que terminou este domingo em Évora.
Em declarações ao jornal ODigital.pt, o autarca sublinhou o alcance territorial da competição, referindo que «isto é apenas a chegada de uma volta que fez todo o Alentejo» e apontando a ambição de crescimento da prova.
«Nós queremos pôr todo o Alentejo com uma pedalada maior», afirmou, acrescentando que «se este ano esta volta foi um grande sucesso […] nós estamos a trabalhar com as outras comunidades intermunicipais para que para o próximo ano ainda seja mais forte».
Ambição de projeção internacional
Carlos Zorrinho defendeu a valorização da Volta ao Alentejo no calendário competitivo, destacando a presença de equipas internacionais e a necessidade de evolução.
«Temos que colocar a Alentejana ainda mais acima no calendário internacional e por isso o sucesso deste ano só nos motiva para conseguir um maior sucesso no próximo ano», afirmou.
O responsável destacou ainda que a prova reúne atualmente 20 equipas e cerca de 700 quilómetros de percurso, considerando que o evento tem margem para crescer em termos de competitividade.
Trabalho conjunto entre municípios
O presidente da CIMAC valorizou o papel da cooperação entre entidades na concretização da prova, sublinhando a importância da articulação institucional.
«Isto também mostra que o Alentejo, quando trabalha em conjunto, consegue bons resultados», referiu.
Nesse sentido, apontou como objetivo para a próxima edição o reforço do envolvimento das comunidades intermunicipais, com vista a consolidar a dimensão da competição.
Evento com impacto desportivo e social
Carlos Zorrinho destacou ainda a capacidade da Volta ao Alentejo para mobilizar diferentes públicos, referindo a adesão registada em Évora.
«É a Praça do Giraldo cheia», afirmou, recordando também iniciativas paralelas com a participação de jovens, e sublinhando a importância do evento tanto na vertente de formação como de alta competição.
O autarca considerou ainda que a prova contribui para afirmar o Alentejo como território ligado ao ciclismo, defendendo a continuidade do investimento na competição.















