A Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC) anunciou o reforço do compromisso na execução de fundos comunitários no âmbito do programa Alentejo 2030, com a definição de uma meta de 15 milhões de euros para 2026.
A informação foi avançada durante a 6.ª reunião do Comité de Acompanhamento do Alentejo 2030, realizada no Panteão dos Duques de Bragança, em Vila Viçosa. O encontro contou com a apresentação das principais metas e objetivos para o próximo ano por parte do presidente do Conselho Intermunicipal da CIMAC, Carlos Zorrinho.
Plano com mais de 93 milhões envolve 14 municípios
O Plano de Ação do Contrato de Desenvolvimento e Coesão Territorial do Alentejo Central assume-se como o principal instrumento de execução da estratégia regional, contando com uma dotação global superior a 93 milhões de euros.
Este plano abrange os 14 municípios da região e incide em áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento do território, com enfoque em políticas estruturantes.
Habitação e impacto dos projetos entre prioridades
Entre as prioridades definidas para 2026, a CIMAC destaca:
- A aceleração da execução dos projetos financiados
- A integração de novas respostas, nomeadamente na área da habitação
- O apoio a iniciativas com maior impacto no território
- A aplicação eficiente dos fundos disponíveis
Segundo a entidade, estas linhas de atuação visam garantir uma utilização mais eficaz dos recursos comunitários e potenciar resultados concretos na região.
Objetivo: mais coesão e sustentabilidade no território
A estratégia delineada tem como objetivo reforçar a coesão territorial, promover a sustentabilidade e preparar o Alentejo Central para os desafios futuros.
A meta de execução financeira para 2026 surge como um indicador central do compromisso assumido pela CIMAC na concretização dos investimentos previstos no âmbito do Alentejo 2030.
Contexto regional e execução dos fundos europeus
A execução dos fundos comunitários continua a ser um dos principais instrumentos de desenvolvimento regional, com impacto direto em áreas como infraestruturas, habitação e dinamização económica.
No caso do Alentejo Central, o acompanhamento regular através do comité permite monitorizar o progresso dos projetos e ajustar estratégias, garantindo alinhamento com os objetivos definidos a nível europeu e nacional.















