O Parque de Ferias e Exposições de Redondo recebe este fim de semana a Feria de São Francisco.
Sendo este um «momento sempre alto» da vida do concelho, segundo o presidente da Câmara Municipal, David Galego, em declarações a’ODigital, com uma vertente virada para «artesanato, o mobiliário alentejano, o barro, o mel e todos os produtos regionais».
Uma vertente «importante», mas que o autarca considera enfraquecida, porque «temos a noção que os feirantes são cada vez menos aderentes, porque efetivamente o mundo mudou».
«Hoje já não vamos à feira comprar os frutos secos, as botas para ir para a escola. A internet mudou um bocadinho essa filosofia», acrescentou.
Ainda assim, a feira conta com dezenas de expositores.
David Galego destacou também que este ano houve um «pequeno handicap», que é a falta da amostra agropecuária, devido «ao surto de língua azul».
«A possibilidade de deslocalização dos animais das suas explorações para este tipo de iniciativas tornou-se mais complexa e, apesar de ser possível, entendemos que era um risco muito grande colocar os animais neste espaço», esclareceu o autarca.
Um possível contágio que poderia levar a «uma perda financeira», assim como a uma «perda muito grande de qualidade dos seus efetivos pecuários».
Uma medida que teve como base a proteção e a valorização dos produtores: «É sempre a consciência e a sensibilidade de estar ao lado dos nossos».
«Assim aconteceu também noutros anos, com outro tipo de vicissitudes, como nos anos que tivemos a pandemia», concluiu.
De seguida, fique com a foto-reportagem da feira, com o acréscimo das fotografias das III Jornadas Técnicas de Viticultura.

































































