A 8.ª edição do Festival Internacional de Música de Marvão (FIMM), no distrito de Portalegre, arrancou esta sexta-feira com a “promessa” de apresentar uma programação “eclética” de atividades paralelas, para “acompanhar” os mais de 40 concertos anunciados.
Até ao dia 31 deste mês, cerca de 600 artistas, oriundos de cerca de 20 países, vão marcar presença no FIMM, evento promovido pela associação Marvão Music.
Além de músicos portugueses, o festival vai acolher artistas oriundos da Bielorrússia, Coreia do Sul, Hungria, Bulgária, China, Rússia, Moldávia, Países Baixos, Suíça, França, Espanha, Reino Unido e Alemanha, entre outros.
Com direção artística de Christoph Poppen e Juliane Banse, a edição de 2022 deste festival, que conta mais uma vez com o patrocínio do Presidente da República, espera acolher “mais de 15 mil visitantes” ao longo da sua duração.
De acordo com a Marvão Music, associação sem fins lucrativos reconhecida em 2021 com o Estatuto de Utilidade Pública, a edição deste ano do FIMM é formada por um “programa extenso e variado”, com “mais de 40 concertos e outros eventos”, que decorrerão ao longo dos últimos 10 dias deste mês.
A organização indica ainda que os concertos e eventos associados vão decorrer em 13 espaços diferentes nos concelhos de Marvão, Portalegre, Castelo de Vide e Valência de Alcántara (Espanha).
O programa prevê a presença de vários coros e de duas orquestras nacionais e internacionais, música de câmara, incluindo concertos para crianças, ensaios abertos ao público, eventos gastronómicos, exposições de arte e instalações sonoras, visitas guiadas e outras atividades participativas, tais como aulas de desenho inspiradas pela música e pela natureza, sendo muitas delas de acesso gratuito.
Mais de 20 concertos de música de câmara, sete concertos de orquestra, três concertos corais, um jantar musical, um cine-concerto, um espetáculo de canto e dança, quatro exposições de arte e outros eventos paralelos, duas visitas guiadas e 15 concertos e outras atividades de acesso e participação gratuitos, são algumas das propostas apresentadas pela organização.
Presente na cerimónia de abertura esteve o Ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, que afirmou que “este festival é uma combinação de vários aspetos singulares e fundamentais no que deve a política de cultura”, acrescentando que “o papel que a cultura pode ter na revitalização do território, na criação de novas centralidades”.
Fique de seguida com as imagens da cerimónia de abertura e do primeiro concerto deste festival, numa reportagem de Hugo Calado:















