A bienal cultural “Monsaraz Museu Aberto” vai voltar à região entre os dias 14 e 21 de julho com animação musical, oficinas, palestras e, pela primeira vez, percursos.
Com o mote “Eu sou devedor à terra”, do poema “Alentejo, Alentejo”, do Mestre José Gato, este certame cultural pretende mostrar «o que se melhor de faz na cultura e nas artes do espetáculo».
Em relação ao cartaz, Arlinda Ribeiro, programadora do festival, destacou os cantores presentes, como Dulce Pontes e Teresinha Landeiro.
Haverá também Abraham Cupeiro, Angélica Salvi, Gonçalo Pescada acompanhado pelo Quinteto Sull’a Corda, Chrystian Holt, Melingo e Tiago Mileu.
Haverá espaço ainda para os jantares com animação musical que custam 20€ e são organizados pelas casas culturais de Monsaraz, Motrinos, Barrada e Telheiro. A programadora destacou aqui a cantora Lizete Morais, pelo «refugiado afegão» Ustad Fazel Sapand e o Grupo Coral da Freguesia de Monsaraz.
«Todo este pagamento destes jantares é feito aos próprios centros culturais, de modo que eles possam ter alguns dividendos, que se sabe que estão sempre em grande dificuldade financeira», realçou Arlinda Ribeiro.
Haverá também a questão dos percursos, que pela primeira vez, estão presentes na bienal. São caminhadas que têm como objetivo mostrar «momentos musicais» aos caminhantes.
Relativamente às palestras com um «painel de palestrantes muito bons», de acordo com Arlinda Ribeiro, com Teresa Pinto Correia e José Munhoz Rochas, da Universidade de Évora, o ensaísta António Guerreiro e com Alfredo Cunhal Sendim, da Herdade do Freixo do Meio e o professor Galopim de Carvalho.
Também haverá oficinas «uma para crianças, crianças e adultos, de facto. Fabricação de papel e cianotipia», outras de «origami», «cerâmica», de «lã», de pão e gaspacho.
Um programa que pode consultar completo:
















