A Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA) lançou recentemente dois concursos referentes à construção do Bloco de Rega de Moura.
O primeiro a ser lançado foi para ser elaborado o projeto de execução do circuito hidráulico Póvoa – Amareleja, que terá a sua origem «na albufeira do Alqueva».
Este projeto, segundo a empresa, terá de compreender «estações elevatórias, reservatórios de regularização, adutores, sistema de filtração, rede de rega para 6 300ha, sistema de automação e telegestão».
Já o mais recente, trata-se do concurso para a construção do Bloco de Rega de Moura «com origem de água na Barragem de Caliços», compreendendo uma área de 1 184ha.
Este último terá um montante base de 8,2 milhões de euros e um prazo de execução de 14 meses, sendo um concurso internacional.
Em declarações à Agência Lusa, em setembro, o ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, revelou que todo este processo iria ficar assente em «cerca de 15 milhões de euros».
«Estamos a falar agora de cerca de 7.500 hectares e o que falta ainda construir [e] projetar é a área maior e a área mais importante» para os olivicultores, ou seja, é a que respeita aos «cerca de 6 300 hectares do Bloco de Rega de Póvoa/Amareleja», lamentou, na altura.















