A Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo e Ribatejo vai, em parceria com a homóloga algarvia, reconstruir a ponte pedonal sobre a Ribeira de Seixe, que ficou destruída no incêndio de 2023.
Um investimento repartido pelas duas ERT e que será de 8 940 euros, segundo José Santos, presidente da ERT Alentejo e Ribatejo, numa «pequena obra de arte de madeira, mas que é cirúrgica».
«Sem aquela ponte reconstruída não há trânsito entre o Algarve e o Alentejo e sem aquela ponte este percurso, que é dos mais bonitos da Rota Vicentina, não é fazível», acrescentou a’ODigital.
Esclareceu que se trata de uma candidatura realizada, ao abrigo da linha Regenerar Territórios, para «valorizarmos e recuperarmos alguns ativos e algumas infraestruturas que tinham sido danificadas pelo incêndio e depois implementar uma campanha de comunicação».
Desta forma, o presidente afirmou que há uma «corrida contra o relógio para termos a ponte reconstruída», pois quer ter a obra terminada no dia «13 de setembro».
Isto porque, permite «que os caminhantes, que afluem mais ao território no outono e inverno, possam recomeçar a passar por aquele trilho».
«É um projeto que nos dá muita satisfação, porque tem a ver com a recuperação de algo que foi danificado pelo incêndio do ano passado», reforçou José Santos.
O presidente explicou ainda que há outras componentes ligadas a este projeto, numa linha de «comunicação e branding» e que «vão agora ser lançadas».
«Até ao final do ano teremos definida uma grande campanha de promoção do Sudoeste Alentejano no mercado nacional e no mercado espanhol», adicionou.
Para além desta «ponte nuclear na ligação entre o Alentejo e o Algarve», o projeto avaliado em 800 mil euros, globalmente, começou logo após a ocorrência em agosto de 2023.
Contudo, a ponte não vai ser o último investimento das ERT, porque, de acordo com José Santos, vai ser lançada uma «segunda empreitada ainda este ano, para acomodar toda a gestão dos trilhos e dos percursos da Rota Vicentina que é dos principais produtos turísticos da região, com muita expressão junto dos turistas internacionais».















