A época balnear de 2026 nas praias fluviais do Alentejo arranca de forma faseada entre o final de maio e meados de junho, com a maioria das zonas balneares a manter-se em funcionamento até meados de setembro, de acordo com uma Portaria dos Ministérios da Defesa Nacional e do Ambiente e Energia, publicada em Diário da República.
Abertura faseada entre maio e junho
As primeiras aberturas estão previstas para o final de maio, casos da Tapada Grande, em Mértola, e da Praia do Lago, em Moura, ambas com início a 30 de maio e término a 13 de setembro. Na mesma data arranca também a época balnear em Santa Clara, no concelho de Odemira, prolongando-se até 30 de setembro .
Já no início de junho, entram em funcionamento praias como Azenhas d’El Rei, em Alandroal, e Monsaraz, em Reguengos de Monsaraz, ambas com época definida entre 1 de junho e 13 de setembro .
A partir da primeira quinzena de junho, a maioria das restantes zonas balneares inicia atividade. É o caso de Albergaria dos Fusos, em Cuba, com abertura a 6 de junho e encerramento a 20 de setembro, e das praias do Alqueva (Amieira, Alqueva e Oriola, no concelho de Portel) que começam a 10 de junho e terminam a 13 de setembro .
No mesmo período, entram também em funcionamento Cinco Reis, em Beja, e a praia fluvial de Mourão, ambas com início a 13 de junho e fim a 13 de setembro .
Alqueva concentra várias zonas balneares
A albufeira de Alqueva reúne várias praias fluviais identificadas na portaria, distribuídas por diferentes concelhos, com calendários semelhantes e centrados entre junho e setembro. Entre estas estão Amieira, Alqueva e Oriola, a que se junta a praia de Monsaraz, no concelho vizinho de Reguengos de Monsaraz .
Duração varia consoante a localização
A maioria das praias fluviais do Alentejo encerra a época balnear a 13 de setembro, embora existam exceções. A praia de Albergaria dos Fusos prolonga-se até 20 de setembro, enquanto Santa Clara apresenta o período mais alargado, até 30 de setembro .
Condições dependem da vigilância e do nível da água
De acordo com o diploma, a qualificação como praia de banhos depende da existência de assistência a banhistas durante o período definido.
A portaria indica ainda que as águas balneares interiores podem apresentar condicionantes temporárias, nomeadamente associadas à variação do nível da água em albufeiras, o que pode influenciar a utilização destas zonas ao longo da época balnear .















