O Presidente da República presidiu às Comemorações do 51º Aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) e Evocação do Condestável Nuno Álvares Pereira, que tiveram lugar este domingo, em Vila Viçosa.
Em declarações aos jornalistas, Marcelo Rebelo de Sousa destacou que este evento se reveste de importância, pois apresenta “dois significados”.
O primeiro, disse, “é que é mais de meio século” do EMGFA, que é “quem comanda as forças no estrangeiro, na vacinação, nos incêndios, quando há questões de proteção civil interna”.
Uma chefia considerada “fundamental” e com uma “responsabilidade muito grande”, significando esta cerimónia que “se está a apostar e se vai apostar em termos de defesa e de segurança”
“Estamos em guerra, porque Portugal está em todos os continentes a intervir em missões de paz humanitária”, acrescentou o Presidente da República.
Já o segundo significado, Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou a importância dos homens e mulheres que fazem parte das forças armadas: “Os veículos são importantes, mas sem seres humanos não existem”.
“Não vale de nada ter navios, aeronaves, veículos blindados dos melhores do mundo, se não houver mulheres e homens para operarem, para apoiarem, para intervirem”, vincou.
Para além disso, o Chefe de Estado realçou também que as pessoas das forças armadas devem ser “prioridade”, nomeadamente no recrutamento.
Em relação a Vila Viçosa, o Comandante Supremo das Forças Armadas relevou a localidade, referindo mesmo que “foi corte de Portugal” e que “foi capital de Portugal”: “Havia Lisboa e Vila Viçosa”.















