O concelho de Redondo vai ter 36 fogos habitacionais financiados no âmbito do PRR e do programa “Construir Portugal”, no valor de mais de quatro milhões de euros.
David Galego, presidente da autarquia, em declarações a’ODigital, revelou que é o «maior investimento feito no concelho num único empreendimento nas últimas décadas»: «É de facto significativo».
Sublinhou que a construção dos fogos é «o grande desígnio» que o executivo tem pela frente «para cumprir as metas do PRR» e para «deixar este grande investimento no concelho».
Em relação à localização, o presidente foi claro ao dizer que serão todos na Rua Fialho de Almeida, «que é um local onde temos alguma habitação social em sistema de pré-fabricado».
«Queremos, não só deixar de remodelar todo o espaço e deixar de ter esse tipo de habitação que não tem condições de habitabilidade e dignidade humana», confessou David Galego, acrescentando que a ideia é «construir habitação»
O presidente destacou ainda que a “Estratégia Local de Habitação” pretende a reabilitação de cerca de uma centena de fogos para «habitação acessível a custos controlados, alguns em regime de remodelação e arrendamento, mas outros construídos de raiz».
Afirmou ainda que os 36 agora contratualizados já tinham a candidatura feita desde 2023, mas que este ano vão haver mais: «Ainda não entregámos a totalidade das candidaturas».
«Faltam nos cerca de uma dezena de fogos. O resto está entregue também, mas ainda sem resposta por parte do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU)», atirou ainda David Galego.















