O Auditório do Centro Cultural de Redondo recebeu, este sábado, o concerto comemorativo do 3º aniversário do Coro Polifónico da Sociedade Filarmónica Municipal Redondense.
Um serão agradável, com uma boa moldura humana que teve oportunidade de ouvir um vasto reportório deste coro, com temas como “Erva Cidreira”, “Senhora D’Aires”, “Ontem à tarde indo eu”, “Ó, ó, Menino ó”, “Ladrão do negro melro”, “Trai trai”, “Oh vejam bem”, “Oh Laurindinha”, “If ye love me”, “A queda do império”, entre outros.
ODigital.pt falou com os membros da direção da Sociedade Filarmónica Municipal Redondense, Cláudia Ramalhinho, Vânia Siquenique e Luís Rebola, que falaram um pouco de como foram estes três anos do Coro, referindo que “no primeiro ano de existência do Coro correu tudo bem, tivemos várias saídas, tivemos várias participações em igrejas, em encontros com outros coros, ou seja, foi um ano de atividade e de surpresa, já o último ano e meio tem sido mais complicado, pois, tivemos a pandemia e não tem sido fácil, o que vale é que temos músicos que são muito persistentes e que gostam muito da sua casa e da música, e depois com algumas adaptações na sociedade e com todas as normas da DGS conseguimos adaptar tudo e manter os ensaios e o Coro foi tendo a sua atividade, no entanto, a nível de atuações é que tem sido fraco, como é compreensível.”
Os responsáveis destacaram a “grande persistência por parte do maestro que foi o mentor deste projeto, em que ele fez questão e força para que o projeto continuasse”, acrescentando que “uma das opções que foi adaptada nesta altura de pandemia foi as aulas online que sabemos que não é o perfeito, mas ainda assim, foi o que deu força e motivação para continuar e não desistir, mas assim que foi possível regressar aos ensaios, assim o fizeram, primeiro na nossa sede e depois tivemos a cedência, por parte do Município, da Igreja de Santo António e aí se fizeram ensaios de 15 em 15 dias e hoje estamos aqui para mostrar aquilo que foi feito apesar dos tempos adversos.”
Já sobre o futuro do Coro, os Diretores referiram que “será para dar continuidade ao trabalho que tem sido feito e dar a conhecer ainda mais este projeto e elevar o nome da Sociedade Filarmónica Municipal Redondense”.
Já sobre este mais de ano e meio da nova direção da Sociedade Filarmónica Municipal Redondense, foi-nos dito que “não tem sido muito fácil, nós entramos em Janeiro de 2020 e em março, quando nos estávamos a tomar conhecimento do funcionamento da casa, tivemos de parar e confinar, não foi fácil, pois, vínhamos cheios de projetos, cheios de ideias e vontade de trabalhar e nós enquanto músicos vínhamos com vontade de fortalecer ainda mais os laços de amizade, mas as pernas foram um pouco quebradas, mas estamos a tentar levantarmo-nos e, entretanto, candidatamo-nos a alguns projetos que nos deram alguma segurança a nível económico e vamos tentando superar dia-a-dia e vamos tentando dar o melhor de nós em nome da música, dos nossos jovens e do concelho”.
Fique com as imagens deste concerto, numa reportagem de Hugo Calado:















