O presidente da Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC) revelou esta terça-feira que vai assinar “até ao final do ano” um acordo, com a Câmara Municipal de Évora, para a instalação da infraestrutura elétrica que irá servir o novo Hospital Central do Alentejo.
Ao que ODigital.pt sabe, a conclusão desta infraestrutura elétrica poderá demorar cerca de um ano. Isto porque será necessário “esburacar a cidade”, uma vez que a eletrificação terá origem na Sub-Estação a sul de Évora, segundo o Dr. Carlos Mateus Gomes.
“Penso que as pessoas vão perceber, porque para ter uma infraestrutura destas temos de ter obras. Tem de ser e é inevitável”, acrescentou o presidente.
O Dr. Carlos Mateus Gomes sublinhou que a ULS tem mantido contacto com o município, “no sentido de trabalharmos juntos”. No entanto, o presidente da Câmara, Carlos Zorrinho, pediu-lhe “alguma paciência, porque a eletricidade vem do outro lado da cidade”.
Para além disto, o presidente da ULS vincou que a data de conclusão se mantém no final de 2027, num investimento total a rondar os 240 milhões de euros.
Nesse sentido, atirou que a obra está a “75%” e que “já lançámos todos os concursos” previstos para a empreitada.
Uma visão partilhada pela Ministra da Saúde, Ana Paula Martins, quando, no mês passado, visitou as obras do novo hospital.















