A Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC) está a preparar a apresentação de três candidaturas visando a instalação de centros de cowork, nomeadamente em Mourão, Redondo e Vila Viçosa.
Os centros a instalar destinam-se a “trabalhadores ou organismos da Administração Pública, através da adaptação de edifícios e espaços existentes e à sua conversão para funcionamento enquanto espaços de cowork, nos municípios de Mourão, Redondo e Vila Viçosa”, adiantou-nos fonte da CIMAC.
ODigital.pt falou agora com o presidente da Câmara Municipal de Vila Viçosa, Inácio Esperança, que nos explicou que com a criação deste equipamento colmatamos uma lacuna, pois “não temos no concelho nenhum local para pessoas que trabalham para Administração Pública, e até outros, possam trabalhar em espaços de trabalho coletivo”, acrescentando que “esse centro de cowork será criado no Mercado Municipal, até no sentido de dinamizar o mercado municipal, pois, estes espaços onde as pessoas que trabalham na Administração Pública em Lisboa, no Porto e noutros locais, e que estão em teletrabalho, ou que passaram a estar em teletrabalho, podem trabalhar a partir de Vila Viçosa sem ter necessidade de se deslocarem aos locais de origem”.
Inácio Esperança adiantou-nos ainda que é intenção da autarquia criar uma “sala de reuniões, com possibilidade de interação com as plataformas digitais e que vai ser também aberta a empresas e empresários que queiram reunir virtualmente com qualquer parte do mundo e assim poderão fazê-lo a partir dessa sala de reuniões.”
Com a criação deste centro de Cowork pretende a edilidade “trazer pessoas para o concelho e trazer algumas que podem estar em teletrabalho, ou em casa, em Lisboa, no Porto ou noutros grandes centros e que queiram vir para Vila Viçosa, ou que tenham aqui residência, ou que tenham aqui familiares e assim podem trabalhar a partir daqui, no fundo é uma sala Coworking dedicada aos trabalhadores da Administração Pública e que pode pontualmente ser utilizada por empresas, empresários ou até por pessoas que pontualmente disso necessitem.”
Caso a candidatura apresentada pela CIMAC não seja aprovada, Inácio Esperança garante que este projeto “é para avançar”, até porque o “investimento rondará os 50 mil euros, não será mais do que isso, porque já temos o espaço e basicamente teremos de adquirir o mobiliário e equipamento”.















