A Câmara Municipal de Vila Viçosa apresentou, este domingo, mais um número da Revista de Cultura Callipole.
A apresentação do nº27 da revista decorreu no Hotel Solar dos Mascarenhas, no centro histórico de Vila Viçosa
Uma cerimónia que contou com uma sala cheia, para o lançamento de uma revista que foi criada em 1993 pela autarquia calipolense e conta já com cerca de trinta números e duas edições especiais.
O ato de apresentação da revista contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Vila Viçosa, Inácio Esperança, do vereador da cultura da autarquia, Tiago Salgueiro, do sub-diretor da revista, Licínio Lampreia e de Paulo Costa, do Departamento de Pedagogia e Educação da Universidade de Évora.
Em declarações aos jornalistas, o presidente da Câmara de Vila Viçosa, Inácio Esperança, referiu que “é um momento importante para Vila Viçosa e para a cultura”, tendo agradecido “ao anterior Executivo na pessoa do ex-presidente da Câmara, Manuel Condenado, por ter elaborado esta revista, porque o conteúdo dela foi elaborado no mandato anterior e o contributo do atual executivo foi ter a vontade de a apresentar e no fundo dar lhe um grafismo novo, dar lhe uma apresentação diferente através do Dr. Rui Belo.”
Inácio Esperança frisou que “de facto Vila Viçosa precisa destes momentos e precisa desta reflexão e de reflexões como muitas que estão aqui [na revista] para percebermos não só o nosso património e a nossa cultura, também como os calipolenses, como por exemplo no artigo do professor Saial sobre os Combatentes da Grande Guerra, em que dá a conhecer que tivemos 80 combatentes da Grande Guerra, a combater nas trincheiras em França e muitos de nós nem sabíamos que tinham sido 80 os combatentes de Vila Viçosa em França.”
“Nesta revista há reflexões sobre o presente, sobre o passado, sobre o nosso patrimônio e de destacar que temos sete dos colaboradores de Vila Viçosa e a sua reflexão incide sobre o nosso património”, indicou o autarca.
Questionado sobre se é uma revista para continuar a editar, o edil referiu que “faz todo o sentido que se continue, apesar da Câmara apenas editar, porque quem verdadeiramente faz a revista são os colaboradores, mas como disse o professor Licínio, temos em carteira artigos que não foi possível publicar e já temos outros de pessoas que já convidei sobre algumas conferências que foram dadas, por exemplo recentemente no Congresso Internacional do Mármore, em Évora, onde foram lançados alguns convites para as pessoas para escreverem na nossa revista que acederam principalmente, as comunicações que foram feitas nesse Congresso que são muito importantes e por isso reafirmo que obviamente a revista é para continuar”.
Fique de seguida com as imagens desta apresentação, numa reportagem de Hugo Calado:















