O Lusitano de Évora jogou esta quarta-feira os oitavos de final da Taça de Portugal, frente ao SC Braga, sendo a terceira equipa que enfrenta da Primeira Liga.
A mais de 400km de casa, os eborenses caíram perante o primodivisionário com uma derrota por 2×1, depois de eliminar duas equipas da primeira divisão e uma da segunda.
Percurso memorável dos homens de Pedro Russiano, mas que teve o seu “começo do fim” na sociedade de irmãos Horta.
Com foco na organização defensiva, os lusitanistas aguentaram 22 minutos até sofrerem o primeiro, por intermédio de André Horta. Após um livre lateral, batido à maneira curta para a zona da “meia-lua”, o médio rematou forte e a bola só parou lá dentro.
Sem hipóteses para Marcelo Valverde, que voltou a sofrer aos 44’, agora pelo outro “Horta”, o Ricardo.
André descobriu Fran Navarro à entrada da área, que em velocidade conseguiu ganhar à frente ao guardião do Lusitano (que hesitou na saída). O avançado espanhol não conseguiu rematar confortavelmente e o esférico sobrou para o internacional português, que só teve de encostar, solto de marcação.
Vida muito difícil para os alentejanos, mas que ainda soltou uma réstia de esperança bem perto do apito final.
Afonso Sousa conseguiu relançar a partida aos 84 minutos, quando cabeceou com a baliza escancarada, sozinho à boca da baliza.
Daí para a frente a palavra de ordem foi pressão, para tentar empatar e voltar a “fazer-se taça” no Alentejo. Contudo a experiência dos gverreiros prevaleceu sobre o terremoto eborense que se fez sentir na Pedreira.















