A concentração de pólen na atmosfera no Alentejo deverá manter-se entre baixa e moderada durante a semana de 8 a 14 de maio, segundo a previsão divulgada pela Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC).
De acordo com os dados do boletim polínico, a região do Alentejo apresenta maior presença de grãos de pólen provenientes das árvores oliveira, pinheiro e sobreiro. Entre as ervas, destacam-se as gramíneas, azeda, tanchagem, quenopódio, urtiga e urticáceas, grupo que inclui a parietária.
A SPAIC indica que esta previsão resulta da monitorização efetuada através da Rede Portuguesa de Aerobiologia, responsável pela avaliação dos níveis de pólen em várias regiões do país.
Oliveira e gramíneas entre os principais alergénios
Os pólenes da oliveira e das gramíneas encontram-se entre os principais desencadeadores de sintomas alérgicos nesta altura do ano. Espirros, congestão nasal, comichão ocular e dificuldades respiratórias ligeiras estão entre as manifestações mais frequentes em pessoas sensíveis.
O período da primavera corresponde habitualmente a uma das fases de maior incidência de alergias respiratórias, devido ao aumento da floração e da dispersão de pólenes na atmosfera.
Restantes regiões do país com níveis semelhantes
Segundo a SPAIC, várias regiões do continente, incluindo Lisboa e Vale do Tejo, Beira Interior, Beira Litoral, Entre Douro e Minho e Trás-os-Montes e Alto Douro, registam igualmente concentrações de pólen entre baixa e moderada.
Nas regiões autónomas, os níveis previstos são baixos tanto no Funchal como em Ponta Delgada.
A informação atualizada sobre os níveis de pólen pode ser consultada através da Rede Portuguesa de Aerobiologia e dos boletins semanais divulgados pela SPAIC.















