A taxa de desemprego no Alentejo situou-se em 5,5% no primeiro trimestre de 2026, ficando abaixo da média nacional de 6,1%, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O valor representa uma redução face ao mesmo período de 2025 e coloca a região entre as que apresentam níveis de desemprego inferiores à média do país.
Evolução do desemprego na região
De acordo com o INE, o Alentejo registou uma descida homóloga de 0,3 pontos percentuais na taxa de desemprego. Em termos trimestrais, também se verificou uma redução de 0,4 pontos percentuais face ao último trimestre de 2025.
A região mantém-se assim abaixo de áreas como a Grande Lisboa (7,4%), Península de Setúbal (6,8%) e Algarve (6,7%), onde o desemprego continua acima da média nacional.
Cenário nacional com ligeiro agravamento trimestral
A nível nacional, a taxa de desemprego fixou-se em 6,1% no primeiro trimestre de 2026, o que representa um aumento de 0,3 pontos percentuais face ao trimestre anterior, mas uma redução de 0,5 pontos percentuais em comparação com o mesmo período de 2025.
O número de desempregados foi estimado em 346,3 mil pessoas, traduzindo um aumento trimestral, apesar da descida em termos homólogos.
Emprego e subutilização do trabalho
No mesmo período, a população empregada em Portugal foi estimada em 5,3 milhões de pessoas, com uma diminuição de 0,7% face ao trimestre anterior e um aumento de 2,3% em termos homólogos.
A subutilização do trabalho abrangeu 588 mil pessoas, com uma taxa de 10,2%, indicador que inclui desempregados, subemprego e inativos disponíveis para trabalhar.
Alentejo entre as regiões com menor desemprego
No conjunto das regiões NUTS II, o Alentejo integra o grupo com taxas de desemprego mais baixas, juntamente com o Centro (5,0%) e a Região Autónoma dos Açores (5,4%).
Os dados indicam que a região mantém um nível de desemprego inferior ao registado no país, num contexto em que o mercado de trabalho apresenta variações trimestrais, mas evolução positiva face ao ano anterior.
















