Em 2023, o Grupo Banco Europeu de Investimento (BEI) ultrapassou as metas de financiamento para as regiões da coesão da UE, apoiando projetos que visam reduzir as disparidades regionais. O relatório anual sobre as atividades do Grupo BEI nessas regiões destaca a importância do apoio para desbloquear o potencial regional e melhorar a vida dos cidadãos, enfatizando a necessidade de mais investimentos sociais e conectividade.
O Grupo BEI autorizou 36,2 mil milhões de euros para projetos nas regiões da coesão, representando quase metade dos seus empréstimos e investimentos na UE no ano passado. Os empréstimos do BEI nessas regiões atingiram um recorde histórico, com aumento significativo no financiamento para pequenas e médias empresas. O apoio à ação climática e sustentabilidade ambiental representou 60% do total dos compromissos.
A presidente do Grupo BEI, Nadia Calviño, afirmou que a coesão social e territorial é uma prioridade estratégica do grupo, buscando levar oportunidades a todas as regiões. As operações contratualizadas em 2023 deverão melhorar o acesso à saúde, fornecer eletricidade renovável, expandir o 5G e criar empregos.
O vice-presidente do BEI, Kyriacos Kakouris, destacou o compromisso do grupo com a coesão, fornecendo financiamento e serviços de aconselhamento. Ele enfatizou a importância da política de coesão para acelerar as transições ecológica e digital.
O Fundo Europeu de Investimento (FEI), parte do Grupo BEI, também superou suas metas, com compromissos de 6,8 mil milhões de euros em garantias de crédito e investimentos em capital de risco nas regiões da coesão.
O relatório também destaca elementos-chave das disparidades regionais e sugere soluções através de investimentos sociais e conectividade. A redução dos obstáculos à coesão exigirá investimentos significativos para melhorar as competências, educação, habitação, conectividade e acesso a serviços.















