O município de Borba anunciou a candidatura de cinco patrimónios locais às “Novas 7 Maravilhas de Portugal 2026”, um dos concursos mais mediáticos de valorização do património nacional, que regressa este ano após um hiato de duas décadas.
Candidatura aposta na diversidade patrimonial
A proposta apresentada pelo concelho alentejano abrange cinco categorias distintas, refletindo a diversidade histórica e cultural do território. Entre os candidatos estão o Castelo e a Adarve de Borba, na categoria de Castelos, e a Fonte das Bicas, inserida em Grandes Obras.
Na área da religiosidade, Borba apresenta o Passos Processionais do Senhor e Igreja de São Tiago, enquanto na vertente turística surge a Aldeia e Ermida de São Gregório. Já na categoria de História, o município propõe o Padrão e Memórias da Batalha de Montes Claros, a Ermida de Nossa Senhora da Vitória e o Padrão à Paz.
Concurso regressa após 20 anos
A edição de 2026 marca o regresso do formato “Novas 7 Maravilhas de Portugal”, cerca de 20 anos depois da última iniciativa do género. O concurso será desenvolvido ao longo do Verão e estrutura-se em sete categorias que procuram “assegurar a representatividade do património nacional construído”, evidenciando a diversidade histórica, artística e territorial do país.
Histórico reforça ambição de Borba
A participação de Borba neste tipo de iniciativas não é inédita. O município foi semifinalista em 2018, na edição “7 Maravilhas à Mesa”, o que reforça a ambição de alcançar uma posição de destaque na edição de 2026.
Impacto vai além da competição
Para o município, a candidatura representa também uma oportunidade de promoção territorial e mobilização da comunidade. As “7 Maravilhas®”, segundo o comunicado, “deram a conhecer o melhor que o país tem” e contribuíram para fomentar “o orgulho na nossa terra, o orgulho que temos no nosso País, nas nossas tradições, nos nossos valores, nas nossas gentes”.
Com uma candidatura abrangente e ancorada na identidade local, Borba procura agora conquistar visibilidade nacional e reforçar o posicionamento do seu património no mapa turístico e cultural de Portugal.















